terça-feira, 30 de abril de 2013

Purgástico: Você sabe como sobreviver à areia movediça?



Talvez um dos seus grandes pesadelos de infância tenha sido morrer afundado em areia movediça, afinal, os desenhos animados não economizam quando o assunto é esse tipo de cenário. Antes de qualquer coisa, você precisa saber que a areia movediça nada mais é do que areia com água, formando uma espécie de lamaçal. Mas você sabe como, afinal, sobreviver a um possível afogamento nesse tipo de areia?
Pessoas que morrem em areia movediça geralmente fazem isso por dois motivos: entram em pânico, em primeiro lugar – o terror da situação vai fazer com que você se debata e afunde mais – depois, desistem de se mexer e permanecem imóveis, à espera de ajuda ou de um milagre.
Esperar ajuda até que não é tão ruim, especialmente se você sabe que existem mais pessoas por perto. O problema é que, uma vez atolado em areia movediça, seu corpo vai tender à hipotermia, ou seja, vai ficando mais frio com o passar do tempo. Você vai precisar sair logo dali e, eventualmente, mexer-se para garantir uma boa temperatura corporal.
Se, por outro lado, houver alguma boa alma por perto que possa puxar seu corpo para fora da areia, tudo o que você precisa fazer é se inclinar para trás, colocando a parte superior do seu corpo sobre a areia para aumentar a superfície de contato, por mais assustador que isso pareça. Antes que você entre em pânico, perceba que seu corpo vai boiar, como acontece quando você está na água, só que com ainda mais facilidade, já que a areia movediça é mais densa do que o líquido. Continue respirando e boa sorte.
O próximo passo, depois de já ter se inclinado para trás, é tentar trazer suas pernas para cima, em movimentos lentos. Depois, é preciso que você use suas mãos para “nadar” até a superfície. De novo: sempre como se estivesse em câmera lenta.
Dependendo de onde estiver, você pode levar horas para conseguir se salvar nesse processo de nado lento, então, se você achar que precisa fazer algumas pausas, não hesite. Chegando à terra firme, continue em ritmo lento e vá, aos poucos, saindo do emaranhado sugador no qual você se meteu e pronto: sua vida foi salva.
Abaixo, assista a um vídeo que explica, de maneira mais prática, tudo o que foi falado até aqui. Depois, nos conte: você conseguiria se salvar?



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Café com Microtauro: Energia eólica



A Energia eólica tem sido usada desde muito tempo, para movimentar embarcações, retirar água de poços, mas para energia elétrica a história mais recente.

O Professor James Blyth criou em sua casa um primeiro modelo, como o ao lado, para produzir energia e alimentar seu local de trabalho, com o tempo passou a vender o excesso para os vizinhos, é uma fonte de energia renovável ainda usada pouco no Brasil.



Texto Extenso


A energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.

Conversão em energia elétrica
Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores - grandes turbinas colocadas em lugares com muito vento. Essas turbinas têm a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trata de requisitos limitados de energia elétrica.
A energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito estufa. Em países como o Brasil, que possuem uma grande malha hidrográfica, a energia eólica pode se tornar importante no futuro, porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e que também vai ficar cada vez mais controlado. Em países com uma malha hidrográfica pequena, a energia eólica passa a ter um papel fundamental já nos dias atuais, como talvez a única energia limpa e eficaz nesses locais. Além da questão ambiental, as turbinas eólicas possuem a vantagem de poderem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados, não sendo necessário a implementação de linhas de transmissão para alimentar certas regiões (que possuam aerogeradores).
Energia eólica no mundo
Em 2009 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica foi de aproximadamente 158 gigawatts (GW), o suficiente para abastecer as necessidades básicas de dois países como o Brasil(o Brasil gastou em média 70 gigawatts em janeiro de 2010). Para se ter uma idéia da magnitude da expansão desse tipo de energia no mundo, em 2008 a capacidade mundial foi de cerca de 120 GW e, em 2007, 59 GW.

Um aerogerador é um dispositivo que aproveita a energia eólica e a converte emenergia elétrica.
A capacidade de geração de energia eólica no Brasil vem aumentando ano a ano. Em 2008 era de 341MW, em 2009 passou 606 MW, e em 2010 atingiu o valor de 920MW. O Brasil responde por cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial.
Até 2005 a Alemanha liderava o ranking dos países em produção de energia através de fonte eólica, mas em 2008 foi ultrapassada pelos EUA.
Desde 2010 a china é o maior produtor de energia eólica. Em 2011 o total instalada nesse país ultrapassava os 62.000MW (62GW), comparado com os 44.000 instalado até 2010, foi um aumento de 41%.
Em alguns países, a energia elétrica gerada a partir do vento representa significativa parcela da demanda. Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (dados de setembro de 2007). Globalmente, a energia eólica não ultrapassa o 1% do total gerado por todas as fontes.
O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 1990, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores. No ano de 2003 a energia eólica foi a forma de energia que mais cresceu nos Estados Unidos.
A maioria das formas de geração de eletricidade requerem altíssimos investimentos de capital e baixos custos de manutenção. Isto é particularmente verdade para o caso da energia eólica, onde os custos com a construção de cada aerogerador podem alcançar milhões de reais, os custos com manutenção são baixos e o custo com combustível é zero. Na composição do cálculo de investimento e custo nesta forma de energia levam-se em conta diversos fatores, como a produção anual estimada, as taxas de juros, os custos de construção, de manutenção, de localização e os riscos de queda dos geradores. Sendo assim, os cálculos sobre o real custo de produção da energia eólica diferem muito, de acordo com a localização de cada usina.
Apesar da grandiosidade dos modernos moinhos de vento, a tecnologia utilizada continua a mesma de há 1000 anos, tudo indicando que brevemente será suplantada por outras tecnologias de maior eficiência, como é o caso da turbovela, uma voluta vertical apropriada para capturar vento a baixa pressão ao passar nos rotores axiais protegidos internamente. Esse tipo oferece certos riscos de colisões das pás com objetos voadores (animais silvestres) mas não interfere na áudiovisão. Essa tecnologia já é uma realidade que tanto pode ser introduzida no meio ambiente marinho uma vez que os animais aquáticos não correm riscos de colisão como no ambiente terrestre.
Vantagens da energia eólica
A produção de energia elétrica através de energia eólica tem várias vantagens das quais podemos ressaltar as principais.
É uma fonte renovável, não emite gases de efeito estufa, gases poluentes e nem gera resíduos na sua operação, o que a torna uma fonte de energia de baixíssimo impacto ambiental.
Os parques eólicos (ou fazendas eólicas) são compatíveis com os outros usos do terreno como a agricultura ou pecuária, já que os atuais aerogeradores têm dezenas de metros de altura.
O grande potencial eólico no mundo aliado com a possibilidade de gerar energia em larga escala torna esta fonte a grande alternativa para diversificar a matriz energética do planeta e reduzir a dependência ao petróleo. Em 2011 na União européia ela já representa 6,3% da matriz energética, e no mundo mais de 3,0% de toda a energia elétrica. 
Finalmente, com a tendência de redução nos custo de produção de energia eólica, e com o aumento da escala de produção, deve se tornar uma das fontes de energia mais barata.
Desvantagens da energia eólica
Apesar de todos os pontos positivos, é preciso tomar cuidado antes de apostar na energia eólica. Se não forem feitos os estudos de mapeamento, medição e previsão dos ventos, ela não é uma fonte confiável. Não há muitos dados sobre o regime de ventos no Brasil, e eles costumam serem aproveitáveis somente durante parte do ano.
Além disso, os parques eólicos produzem poluição sonora e visual. Também podem interferir na rota migratória de pássaros, e os aerogeradores interferem na paisagem do local. Além disso, todo o equipamento é caro, o que pode inviabilizar a criação de parques eólicos.
Quanto ao impacto visual, gera poluição visual devido à alteração da paisagem do local, não que as demais fontes não alterem, como para alguns as pás dos geradores é uma poluição visual, para outros pode ser considerado um atrativo turístico como uma bela alternativa às demais fontes de energia.
Em relação à poluição sonora, apesar de não ter pesquisas conclusivas indicando impacto na fauna, deve-se ter cuidado para evitar instalação em corredores de migração de aves ou habitats de reprodução de animais silvestres, e se preciso utilizar linhas de transmissão subterrâneas.
Como qualquer maquina, também exige manutenção interna dos aerogeradores que deve ser realizada de forma preventiva e constante.
A maior desvantagem é a não regularidade da geração (ou intermitência da geração), pois a geração depende do vento que não são sempre constantes, e nem sempre há vento quando a eletricidade é necessária. Deste modo, como a disponibilidade de energia diária varia de um dia para outro, a geração eólica pode ser menos confiável que as fontes convencionais. Devendo ser alternativa complementar e não substituta na matriz energética.

A energia eólica - produzida a partir da força dos ventos - é abundante, renovável, limpa e disponível em muitos lugares. Essa energia é gerada por meio de aerogeradores, nas quais a força do vento é captada por hélices ligadas a uma turbina que aciona um gerador elétrico. A quantidade de energia transferida é função da densidade do ar, da área coberta pela rotação das pás (hélices) e da velocidade do vento.
A avaliação técnica do potencial eólico exige um conhecimento detalhado do comportamento dos ventos. Os dados relativos a esse comportamento - que auxiliam na determinação do potencial eólico de uma região - são relativos à intensidade da velocidade e à direção do vento. Para obter esses dados, é necessário também analisar os fatores que influenciam o regime dos ventos na localidade do empreendimento. Entre eles pode-se citar o relevo, a rugosidade do solo e outros obstáculos distribuídos ao longo da região.
Para que a energia eólica seja considerada tecnicamente aproveitável, é necessário que sua densidade seja maior ou igual a 500 W/m2, a uma altura de 50 metros, o que requer uma velocidade mínima do vento de 7 a 8 m/s (GRUBB; MEYER, 1993). Segundo a Organização Mundial de Meteorologia, o vento apresenta velocidade média igual ou superior a 7 m/s, a uma altura de 50 m, em apenas 13% da superfície terrestre. Essa proporção varia muito entre regiões e continentes, chegando a 32% na Europa Ocidental.
A utilização dessa fonte para geração de eletricidade, em escala comercial, começou na década de 1970, quando se acentuou a crise internacional de petróleo. Os EUA e alguns países da Europa se interessaram pelo desenvolvimento de fontes alternativas para a produção de energia elétrica, buscando diminuir a dependência do petróleo e carvão .
Quanto à aplicação desse tipo de energia no Brasil, pode-se dizer que as grandes centrais eólicas podem ser conectadas à rede elétrica uma vez que possuem um grande potencial para atender o Sistema Interligado Nacional (SIN). As pequenas centrais, por sua vez, são destinadas ao suprimento de eletricidade a comunidades ou sistemas isolados, contribuindo para o processo de universalização do atendimento de energia. Em relação ao local, a instalação pode ser feita em terra firme (on-shore) ou no mar (off-shore).
De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil possui 248 megawatts (MW) de capacidade instalada de energia eólica, derivados de dezesseis empreendimentos em operação. O Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, elaborado pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), mostra um potencial bruto de 143,5 GW, o que torna a energia eólica uma alternativa importante para a diversificação do "mix" de geração de eletricidade no País. O maior potencial foi identificado na região litoral do Nordeste e no Sul e Sudeste. O potencial de energia anual para o Nordeste é de cerca de 144,29 TWh/ano; para a região Sudeste, de 54,93 TWh/ano; e, para a região Sul, de de 41,11 TWh/ano.
Ainda que a principal referência de potencial eólico do Brasil, o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro (Amarante et al., 2001), não apresente avaliações a respeito da potencialidade energética dos ventos na plataforma continental do vasto litoral brasileiro - que tem nada menos que 7.367 km de extensão e conta com avançado desenvolvimento em tecnologias offshore em função do desenvolvimento e capacitação para a prospecção e produção de petróleo e gás natural neste ambiente - esta alternativa não pode ser ignorada e esta via deve ser ainda cuidadosamente avaliada, tendo em vista que estes projetos apresentam um maior volume específico de energia elétrica gerada ao beneficiarem-se da constância dos regimes de vento no oceano.
As aplicações mais favoráveis desta fonte energética no Brasil estão na integração ao sistema interligado de grandes blocos de geração nos sítios de maior potencial. Em certas regiões, como por exemplo, a região Nordeste, no vale do Rio São Francisco, pode ser observada uma situação de conveniente complementariedade da geração eólica com o regime hídrico, seja no período estacional ou na geração de ponta do sistema - ou seja, o perfil de ventos observado no período seco do sistema elétrico brasileiro mostra maior capacidade de geração de eletricidade justamente no momento em que a afluência hidrológica nos reservatórios hidrelétricos se reduz. Por outro lado, no período úmido do sistema elétrico brasileiro, caracterizado pelo maior enchimento destes reservatórios, o potencial de geração eólica de eletricidade se mostra menor.
Assim, a energia eólica se apresenta como uma interessante alternativa de complementariedade no sistema elétrico nacional.
Embora se insira dentro do contexto mundial de incentivo por tecnologias de geração elétrica menos agressivas ao meio ambiente, como qualquer outra tecnologia de geração de energia, a utilização dos ventos para a produção de energia elétrica também acarreta em alguns impactos negativos - como interferências eletromagnéticas, impacto visual, ruído, ou danos à fauna, por exemplo. Atualmente, essas ocorrências já podem ser minimizadas e até mesmo eliminadas por meio de planejamento adequado, treinamento e capacitação de técnicos, e emprego de inovações tecnológicas.

Aspectos ambientais ligados à operação de usinas eólicas
- Emissão de gases poluentes
O Brasil, por possuir uma matriz de geração elétrica composta predominantemente por fontes renováveis - principalmente de origem hidráulica - apresenta grandes vantagens no que se refere à emissão evitada de CO2.
Além do aspecto de diversificação da matriz energética, uma outra possibilidade atraente para empreendimentos baseados no aproveitamento da energia eólica inclui a comercialização do CO2 evitado por meio dos certificados de redução de emissão de carbono no âmbito do Protocolo de Kyoto. Os países desenvolvidos, para alcançarem suas metas poderão se utilizar dos "mecanismos de flexibilidade", dentre os quais ressalta-se o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). O MDL permite que países desenvolvidos, por meio da implantação de projetos energéticos em países em desenvolvimento, alcancem suas metas de redução da emissão de CO2 ou outros gases de efeito estufa. O MDL é um mecanismo disseminador de tecnologia com grande potencial de expansão, o qual poderá incentivar o setor privado a investir em projetos energéticos no âmbito das energias renováveis, entre elas a energia eólica.
Das tecnologias disponíveis com emissões de CO2 abaixo do nível da energia eólica, somente as grandes hidrelétricas são hoje comercialmente competitivas. Entretanto, a utilização de grandes hidrelétricas tem sido discutida em países como o Canadá e o Brasil (dois países que apresentam grandes plantas hidrelétricas instaladas cada vez mais longe dos centros consumidores), onde a decomposição da vegetação submersa nos grandes reservatórios produz uma quantidade substancial de metano, que registra um potencial de aquecimento 50 vezes maior do que o CO2.
Embora as emissões de CO2 decorrentes das grandes barragens não se dêem no mesmo patamar das emissões de CO2 originadas da queima de combustíveis fósseis em termoelétricas, gases como o CH4 e N2O - oriundos da decomposição do material orgânico - possuem, respectivamente, um potencial de aquecimento global 56 e 280 vezes maior do que o CO2, para um horizonte de 20 anos (Oliveira, 2000).

O uso do solo e a adequação da topografia
- Poluição visual
A reação visual às estruturas eólicas varia de pessoa para pessoa. Trata-se de um efeito que deve ser levado em consideração, na medida em que o aumento do rendimento das turbinas eólicas vem acompanhado pelo aumento em suas dimensões e na altura das torres. Como conseqüência, também o espaço requerido entre as turbinas torna-se maior, diminuindo, portanto, a densidade na área da fazenda eólica - o que possibilita o aproveitamento do solo para usos alternativos no entorno do empreendimento.
Dentre as diferenças de percepção destes empreendimentos, a turbina eólica pode ser vista como um símbolo de energia limpa e bem-vinda, ou, negativamente, como uma alteração de paisagem. A forma de percepção das comunidades afetadas visualmente pelos parques eólicos também depende da relação que essas populações têm com o meio ambiente. Acrescenta-se que os benefícios econômicos gerados pela implantação das fazenda eólicas muitas vezes são cruciais para amenizar potenciais atitudes ou percepções negativas em relação à tecnologia (EWEA, 2004).
A paisagem modificada pelas fazendas eólicas traz outra possibilidade: a de atrair turistas, o que é um fator de geração de emprego e renda.

- Impacto sobre a fauna
Um dos aspectos ambientais a ser enfatizado diz respeito à localização dos parques eólicos em áreas situadas em rotas de migração de aves. O comportamento das aves e as taxas de mortalidade tendem a ser específicos para cada espécie e para cada lugar.
Ao analisar os estudos sobre os impactos na fauna alada, observa-se que parques eólicos podem trazer impactos negativos para algumas espécies. Entretanto, estes impactos podem ser reduzidos a um nível tolerável por meio do planejamento do futuro da geração eólica, considerando aspectos de conservação da natureza (EWEA, 2004) como "evitar a instalação de parques eólicos em áreas importantes de habitat; evitar áreas de corredor de migração; adotar arranjo adequado das turbinas no parque eólico; usar torres de tipos apropriados (tubulares); e utilizar sistemas de transmissão subterrâneos".
O ruído é outro fator que merece ser mencionado, devido não só à pertubação que causa aos habitantes das áreas onde se localizam os empreendimentos eólicos, como também à fauna local - como, por exemplo, a sua interferência no processo reprodutivo das tartarugas.

- Outros aspectos ambientais
O impacto sobre o solo ocorre de forma pontual à área de instalação da base de concreto onde a turbina é instalada. Vários testes de compactação do solo são feitos para avaliação das condições de instalação de cada turbina. Por não haver uso de combustíveis fósseis, o risco de contaminação do solo por resíduo líquido devido à operação e manutenção de parques eólicos é reduzido ou quase nulo. Esta característica minimiza também os riscos de contaminação do lençol freático.
É importante lembrar que a taxa de ocupação no solo de uma turbina eólica está restrita à pequena área referente à construção da base de concreto para sustentação de toda a máquina: a área em torno da base de concreto fica totalmente disponível para o aproveitamento agrícola ou pecuário; e a vegetação em torno da turbina eólica pode ser mantida intacta.

A energia eólica e o Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa)
Considerando-se que as fontes alternativas ainda têm custos mais elevados do que as convencionais, em abril de 2002 o Governo Federal criou, por meio da Lei nº 10.438, o Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). Com o objetivo de ampliar a participação das fontes alterantivas na matriz elétrica, o Proinfa prevê, em sua primeira fase, a instalação de 3.300 MW de potência no sistema elétrico interligado - sendo 1.423 MW de usinas eólicas, 1.192 MW de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e 685 MW de biomassa.
Dentre outros benefícios, o Proinfa apresenta:
"a diversificação da matriz energética e a conseqüente redução da dependência hidrológica;
"A racionalização de oferta energética por meio da complementaridade sazonal entre os regimes eólico, de biomassa e hidrológico, especialmente no Nordeste e Sudeste. No rio São Francisco, por exemplo, cada 100 megawatts médios produzidos por fonte eólica proporcionaria uma economia de água da ordem de 40 m3/s;
"A possibilidade de elegibilidade, referente ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), pela Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, criada pelo Decreto Presidencial de 7 de julho de 1999, dos projetos aprovados no âmbito do Proinfa".
Diversas empresas estrangeiras já mostraram interesse em estudos de viabilidade técnica para implementação de grandes parques eólicos no Brasil. Além dos 1,4 GW de projetos já contratados no Proinfa, quatro em operação, representando 158,3 MW, e 50 parques em implantação, representando 1.264,6 MW. Existem, ainda, cerca de 3,5 GW em projetos eólicos autorizados pela Aneel que não integram a carteira de projetos do Proinfa. Empresas, como a Wobben Wind Power Industria e Com. Ltda, SIIF ノnergies do Brasil Ltda, Enerbrasil Ltda, Ventos do Sul, Eletrowind e outras, já mantêm torres de medições e estudos de infra-estrutura para instalação e operação de parques eólicos, que nesta fase, em sua grande maioria, encontram-se planejados para instalação ao longo da costa da região Nordeste (Dutra, 2004).
A segunda fase do Proinfa, prevista para iniciar após o término da primeira, e terminar em 20 anos após o início do programa - portanto, em 2022 -, supõe que as três fontes eleitas (PCH, biomassa e eólica) atinjam uma participação de 10% da geração de energia elétrica brasileira. Supõe ainda contratar, a cada ano, no mínimo 15% do acréscimo de geração do setor (Brasil, 2002). Com base nestes números e considerando a projeção da demanda feita nos quatro cenários considerados no Plano Nacional de Energia - PNE 2030 (EPE, 2006b), um prolongamento destes números de 2022 a 2030, um fator de capacidade de 0,30, e uma divisão eqüitativa entre as três fontes, chega-se a uma potência instalada de geração de energia elétrica em usinas eólicas, no fim do horizonte, entre 9 GW e 13 GW.
Nesse contexto, vale citar que já está em operação o parque eólico de Osório, localizado no litoral norte do Rio Grande do Sul. Esse empreendimento é composto por 75 torres de aerogeradores e tem uma capacidade instalada estimada em 150 MW, sendo a maior usina eólica da América Latina e a segunda no mundo.
A energia eólica é a conversão de vento de energia em uma forma útil de energia, como o uso de turbinas de vento para fazer a energia elétrica , moinhos de vento para energia mecânica, bombas de vento para bombeamento de água ou de drenagem , ou velas para impulsionar navios.
Grandes parques eólicos consistem de centenas de individuais turbinas eólicas que estão ligados à transmissão de energia elétrica da rede. Parques eólicos offshore pode aproveitar ventos mais freqüentes e mais poderoso do que estão disponíveis para instalações em terra e têm menor impacto visual na paisagem, mas os custos de construção são consideravelmente mais elevados. Além disso, offshore coloca problemas quando se considera a acessibilidade para problemas de manutenção. Pequenas instalações eólicas em terra são usados para fornecer eletricidade a locais isolados e empresas de serviços públicos cada vez mais comprar eletricidade excedente produzida por pequenas turbinas eólicas domésticas.
A energia eólica, como uma alternativa para os combustíveis fósseis , é abundante, renovável , amplamente distribuído, limpo , não produz gases de efeito estufa das emissões durante a operação e usa pouca terra. Os efeitos sobre o meio ambiente são geralmente menos problemática do que os de outras fontes de energia . A partir de 2011, a Dinamarca está gerando mais de um quarto de sua eletricidade a partir do vento e 83 países ao redor do mundo estão usando energia eólica em uma base comercial. Em 2010, a produção de energia eólica era superior a 2,5% do uso total de energia elétrica em todo o mundo, e crescendo rapidamente em mais de 25% ao ano. O custo monetário por unidade de energia produzida é semelhante ao custo do carvão novo e as instalações de gás natural.
A energia eólica é muito consistente de ano para ano, mas tem variação significativa em escalas de tempo mais curtos. A intermitência do vento raramente cria problemas quando usados para fornecer até 20% da demanda total de eletricidade, mas com o aumento da proporção, uma necessidade de modernizar a rede, e uma capacidade reduzida para suplantar a produção convencional pode ocorrer. Técnicas de gerenciamento de energia, como ter capacidade de armazenamento em excesso, turbinas geograficamente distribuídas, fontes de apoio despacháveis, armazenamento, tais como armazenamento bombeado-hidroeletricidade, exportação e importação de energia para áreas vizinhas ou reduzir a demanda quando a produção eólica é baixa, pode extremamente reduzir esses problemas. Além disso, a previsão do tempo permite que a rede de energia elétrica para ser preparado para as variações previsíveis na produção que ocorrem.

História
Em julho de 1887, um escocês acadêmico, o professor James Blyth , construiu um pano-navegou turbina eólica no jardim de sua casa de férias em Marykirk e usou a energia elétrica é produzida para carregar acumuladores que ele usou para iluminar as lâmpadas em sua casa de campo. Seus experimentos culminaram em uma patente no Reino Unido em 1891. No inverno de 1887/8 inventor EUA Charles F. Escova produziu eletricidade usando um gerador eólico alimentado que alimentado sua casa e laboratório até cerca de 1900. Na década de 1890, o cientista e inventor dinamarquês Poul la Cour construído turbinas eólicas para gerar eletricidade, o que foi usado para produzirhidrogênio e oxigênio por eletrólise e uma mistura de dois gases foi armazenada para uso como combustível. La Cour foi o primeiro a descobrir que a rápida rotação de turbinas eólicas com menos pás do rotor foram os mais eficientes na geração de eletricidade e em 1904 fundou a Sociedade de Eletricistas de vento.
Por meados de 1920, 1 a 3 quilowatts-geradores eólicos desenvolvidos por empresas como a Parris-Dunn e Jacobs "Vento-elétrico" encontrado uso generalizado nas áreas rurais das planícies do meio-oeste dos Grandes os EUA, mas na década de 1940 a demanda para mais poder e da vinda da rede elétrica em todo as áreas fez essas pequenos geradores obsoleto.
Em 1931, o engenheiro de aeronáutica francesa, George Darrieus foi concedida uma patente para a turbina de vento Darrieus que usava aerofólios para criar rotação e um precursor de 100 kW para o gerador de vento horizontal moderna foi usada em Yalta, na URSS. Em 1956 Johannes Juul , um ex-aluno de la Cour, construído a 200 kW, três pás de turbina em Gedser na Dinamarca, que influenciou o desenho de muitas turbinas posteriores.
Em 1975, o United States Department of Energy financiou um projeto para desenvolver turbinas utilitário escala de vento. As turbinas de vento da NASA projeto construído 13 turbinas experimentais que pavimentaram o caminho para grande parte da tecnologia utilizada hoje em dia. Desde então, as turbinas têm aumentado consideravelmente de tamanho com aEnercon E-126 capaz de fornecer até 7,5 megawatts (MW). Vento produção de turbinas se expandiu para muitos países e de energia eólica deve crescer em todo o mundo no século XXI.

Pequena escala
Pequena escala de energia eólica é o nome dado a sistemas de geração eólica com capacidade para produzir até 50 kW de potência elétrica. Comunidades isoladas, que de outra forma dependem de diesel geradores, turbinas eólicas podem usar como alternativa. Os indivíduos podem adquirir esses sistemas para reduzir ou eliminar a sua dependência de energia da rede por razões econômicas, ou para reduzir sua pegada de carbono . Turbinas de vento têm sido usados ??para a geração de energia elétrica residencial em conjunto com a bateria de armazenamento ao longo de décadas em áreas remotas.
Ligados à rede de turbinas eólicas domésticas podem usar o armazenamento de energia da rede , substituindo assim a energia comprada com o poder de produção local, quando disponível. Do excedente de energia produzida por microgeradores domésticos podem, em algumas jurisdições, ser integrados na rede e vendido para a empresa concessionária, produzindo um crédito de varejo para os proprietários dos microgeradores "para compensar os custos de energia.
Usuários fora da rede do sistema pode se adaptar a energia intermitente ou baterias de utilização, fotovoltaicos sistemas ou diesel para complementar a turbina de vento. Equipamentos como medidores de estacionamento, sinais de alerta de tráfego, iluminação de rua, ou gateways de Internet sem fio pode ser alimentado por uma turbina eólica de pequeno porte, possivelmente combinado com um sistema fotovoltaico, que cobra uma pequena bateria substituindo a necessidade de uma conexão com a rede elétrica. Em locais próximos ou em torno de um grupo de prédios altos, cisalhamento do vento gera áreas de turbulência intensa, especialmente no nível da rua. Os riscos associados à falha mecânica ou catastrófico, assim, atormentado desenvolvimento da energia eólica urbana em áreas densamente povoadas, tornando os custos de seguro de sistemas eólicos urbanos proibitivo.  Além disso, a quantificação da quantidade de vento em áreas urbanas tem sido difícil, tão pouco se sabe sobre os recursos eólicos reais de vilas e cidades.
A Carbon Trust estudo sobre o potencial de pequena escala de energia eólica no Reino Unido, publicado em 2010, descobriu que as turbinas eólicas de pequeno porte poderia fornecer até 1,5 terawatts-hora (TW キ h) por ano de energia elétrica (0,4% do consumo total de eletricidade do Reino Unido ), poupando 0,6 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Mt CO 2) redução de emissões. Isto é baseado na suposição de que 10% das famílias seria instalar turbinas a custos competitivos com eletricidade da rede, em torno de 12 pence (US 19 centavos) a kW キ h. Um relatório preparado para o Reino Unido, patrocinada pelo governo Energy Saving Trust em 2006, constatou que os geradores de energia em casa de vários tipos pode fornecer 30 a 40 por cento da eletricidade do país precisa em 2050. 
Geração distribuída a partir de fontes renováveis ??está aumentando, como conseqüência do maior conhecimento da mudança climática . As interfaces electrónicos necessários para ligar unidades de geração renováveis ??com a utilidade do sistema pode incluir funções adicionais, tais como a filtragem activa para melhorar a qualidade da energia. 

sábado, 30 de março de 2013

Purgo Repórter: A Origem da Páscoa Cristã

                                                  Um homem. Um sacrifício. Uma História.



 A Páscoa Cristã surgiu das antigas tradições pagãs da meso-Europa, onde se cultuava principalmente a natureza. No dia 21 de março, esses povos comemoravam o início do Equinócio de Primavera, quando o hemisfério norte saía do inverno para a primavera. Para esses povos, essa data simbolizava a passagem da vida para a morte, pois naqueles mais de 1300 anos atrás, as condições de sobreviver ao inverno europeu eram quase nulas. A Páscoa (Páscoa vem do hebraico Passeach, ou seja, passagem) já era comemorada pelos judeus, simbolizando a fuga do povo de Deus das terras do Egito, narrada no livro bíblico do Êxodo. Mas voltemos ao principal desta postagem
 Com a morte de Jesus Cristo, em 33 d.C., o apóstolo Pedro ficou como pastor da Igreja fundada por Cristo ( Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja - Mateus 16,18 ), que a levou para outras regiões do Oriente Médio, até chegar a Roma, onde foi perseguida e estabelecida. Na Cidade Eterna, houve o inevitável contato com as religiões pagãs, havendo transmissão de da ritos e festas de cunho religioso.
 Caso você não tenha percebido, a Páscoa não é fixa no calendário. Ela varia de ano à ano. Sua data é estipulada pela Igreja Católica Apostólica Romana através de ritos herdados do paganismo (atenção: não estamos dizendo que a Igreja é pagã ou outra coisa do gênero,  mas apenas dizendo o que todos sabem e o que ela própria confirma), devendo ser comemorada no primeiro domingo da primeira lua cheia depois do Equinócio de Primavera, podendo variar de 21 de março até 31 de maio.
 A Páscoa é maior festa da religião cristã, pois marca a ressurreição de Jesus Cristo depois de seu sacrifício na cruz, para redimir os erros cometidos pela humanidade.Esta festa marca a passagem de Cristo do sepulcro para a vida, e também a vitória Dele sobre a morte. É por isso que, apesar de "separados", católicos, anglicanos e protestantes comemoram a Páscoa juntos, pois estão unidos pela beleza do sacrifício de um homem para o bem de toda humanidade

terça-feira, 19 de março de 2013

Café com Microtauro: Disquete

Disquetes de 8 polegadas, 5 1/4 polegadas, e de 3 1/2 polegadas
Os primeiros foram fabricados em 1960 eram os de 8 polegadas (20 cm), com o tempo os outros surgiram; A palavra "disquete" apareceu na imprensa, já em 1970; o disquete se tornou obsoleto mas até hoje é um grande símbolo do ato se "salvar".

Leitores dos disquetes acima (Respectivamente)

Comparação de tamanhos


Por favor, perdoem os erros de Português, esse conteúdo foi retirado de uma página em inglês, portanto a tradução não é perfeita. Obrigado

Um disco flexível, ou de um disquete é um disco de armazenamento de meio composto por um disco fino e flexível de armazenamento magnético meio, selado em um transportador retangular de plástico forrado com tecido, que remove as partículas de poeira. Eles são lidos e escritos por uma unidade de disco flexível (FDD).
Disquetes, inicialmente como de 8 polegadas (200 mm) e mais tarde em media de 5,25 polegadas (133 mm) e 3,5 polegada (90 mm) tamanhos, eram uma forma onipresente de armazenamento de dados e de troca a partir de meados da década de 1970 bem no primeira década do século 21.
Em 2010, placas de computador raramente foram fabricados com o apoio da unidade de disquete; 3 1/2 "disquetes poderia ser usado como um externo USB drive, mas 5 1/4 ", 8", e não-padrão unidades só poderia ser tratado por equipamentos antigos .
Enquanto disquete dirige ainda tem alguns usos limitados, especialmente com o legado de equipamentos de informática industrial, elas foram substituídas por métodos de armazenamento de dados com capacidade muito maior, como unidades flash USB , portátil discos rígidos externos , discos ópticos , cartões de memória e computador redes.

A história da disquete é bastante simples. Foi inventada por uma equipa de pesquisadores da IBM liderados por Alan Shugart. O designer-chefe da equipa de Shugart era David Noble. A sua investigação resultou na disponibilização das primeiras disquetes em 1971.
O objectivo da IBM era criar um dispositivo de armazenamento onde os utilizadores pudessem guardar informações. Mesmo com o aparecimento dos discos rígidos, tornou-se claro que os utilizadores iriam sentir a necessidade de fazer backup dos seus arquivos e dos programas de software. Talvez por isso as primeiras disquetes foram chamadas de discos de memória.

História
Os primeiros discos flexíveis, desenvolvidos no final dos anos 1960, eram 8 polegadas (200 mm) de diâmetro. Que se tornou comercialmente disponível em 1971 Esses discos e drives associados foram produzidos e melhorado pela IBM e outras empresas como como Memorex , Shugart Associates , e Burroughs Corporation. A palavra "disquete" apareceu na imprensa, já em 1970, e, apesar de em 1973, a IBM anunciou seu primeiro media como "Disquete Tipo 1" a indústria continuou a usar os termos "disquete" ou "floppy".
Em 1976, a Shugart Associates lançou o primeiro de 5 1/4 polegadas FDD. Em 1978, havia mais de 10 fabricantes que produzem tais FDDs. Havia concorrentes formatos de disco , com versões do setor duros e moles e esquemas de codificação como FM , MFM e GCR . O formato de 5 ¼ polegadas deslocou a uma de 8 polegadas para a maioria das aplicações, bem como o formato de disco rígido sectored desapareceu. Em 1984, a IBM introduziu o 1.2 MB de disco flexível de dupla face, juntamente com o seu modelo AT. IBM começou a usar a 720 KB de dupla densidade 3,5 disco "microfloppy" em seu conversível computador portátil e 1,44 MB de alta densidade versão com o PS / 2 da linha em 1986. Estes discos podem ser adicionados a modelos antigos de PC. Em 1988, a IBM introduziu uma unidade para 2,88 MB "DSED" disquetes em suas top-of-the-line PS / 2 modelos, mas este foi um fracasso comercial.
Ao longo da década de 1980, as limitações do formato de 5 1/4 polegadas ficou claro. Originalmente projetado para ser mais prático do que o formato de 8 polegadas, que era em si muito grande, como a qualidade da mídia de gravação cresceu, os dados podem ser armazenados em uma área menor. Uma série de soluções foram desenvolvidas, com unidades em dois , 2 1/2, 3 e 3 1/2 polegadas (e Sony 's mm 90,0 × 94,0 milímetros disco) oferecidos por diversas empresas. Todos eles compartilharam uma série de vantagens sobre o antigo formato, incluindo um caso rígida com um deslizamento de proteção contra gravação guia, protegendo-as de danos;. a grande quota de mercado do formato de 5 1/4 polegadas tornou difícil para estes novos formatos para ganhar quota de mercado significativa. Uma variante sobre o projeto da Sony, lançado em 1982 por um grande número de fabricantes, foi, então, rapidamente adaptado; por volta de 1988 a 3 1/2 polegadas foi outselling a 5 1/4 de polegada.
Até o final da década de 1980, de 5 1/4 polegadas discos foram substituídos por discos de 3 1/2 polegadas. Por meados dos anos 1990, de 5 1/4 polegadas unidades haviam praticamente desaparecido como o disco de 3 1/2 polegadas tornou-se o disco predominante disquete. As vantagens do disco 3 1/2 polegadas foram sua menor dimensão e sua caixa de plástico que proporcionou melhor proteção contra poeira e outros riscos ambientais, enquanto o disco de 5 1/4 polegadas estava disponível mais barato por pedaço ao longo de sua história, geralmente com um preço na faixa de um terço a dois terços de um disco de 3 1/2 polegadas.

Declínio
Mecanicamente incompatíveis maior densidade discos foram introduzidas, como o disco Iomega Zip . Adoção foi limitada pela concorrência entre os formatos proprietários e da necessidade de comprar discos caros para computadores onde os discos seriam utilizados. Em alguns casos, a falha na penetração de mercado foi agravado pela liberação de maior capacidade versões da unidade e mídia não compatíveis com versões anteriores com as unidades originais, dividindo os usuários entre adotantes novos e antigos. A galinha ou o ovo cenário se seguiu, com os consumidores desconfiados de fazer investimentos pesados ​​em não provada e tecnologias em rápida mutação, resultando em nenhuma das tecnologias se tornando um padrão estabelecido. CDs graváveis ​​, com capacidade ainda maior, compatível com a infra-estrutura existente de CD-ROM, fez as novas tecnologias flexíveis redundante. Falta os meios de comunicação baseadas em CD da reutilização foi negada pelo seu custo extremamente baixo e, eventualmente, contrariado por re-graváveis ​​CDs . Networking, os avanços em flash baseado em dispositivos e adoção generalizada de USB fornecido outra alternativa que por sua vez fez os dois disquetes e armazenamento óptico obsoletos para alguns propósitos. A ascensão do compartilhamento de arquivos e multi- megapixel fotografia digital incentivou o uso de arquivos maiores do que a maioria dos discos de 3 1/2 polegadas poderia prender. Disquetes eram comumente usados ​​como baixo do pano veículos para a transferência de arquivos, mas a ampla disponibilidade de LANs e rápido de Internet conexões desde um método mais simples e mais rápido de transferir esses arquivos. Outros dispositivos de armazenamento removíveis têm vantagens em capacidade e desempenho quando as conexões de rede não estão disponíveis ou quando as redes são inadequadas.
Em 1991, introduziu o Commodore CDTV , com uma unidade de CD-ROM no lugar do drive de disquete. O kickstart de AmigaOS foi armazenado em ROM como em outras Amigas, o que significa que não precisa ser instalado através de mídia externa. Apple lançou o iMac em 1998 com uma unidade de CD-ROM, mas nenhuma unidade de disquete, o que fez de disquete USB conectado dirige acessórios populares como o iMac veio sem qualquer dispositivo de mídia gravável removível. Esta transição de disquetes padrão foi relativamente fácil para a Apple, já que todos os modelos Macintosh originalmente projetados para usar uma unidade de CD-ROM pode inicializar e instalar seu sistema operacional a partir do CD-ROM no início. Em 2002 a maioria dos fabricantes ainda forneceu unidades de disquete como equipamento padrão para atender a demanda do usuário para transferência de arquivos e um dispositivo de boot de emergência, bem como o sentimento geral seguro de ter o dispositivo familiar. Posteriormente, permitiu o amplo apoio para USB flash drives e BIOS de inicialização, os fabricantes e os varejistas progressivamente reduzida a disponibilidade de unidades de disquete como equipamento standard. Em fevereiro de 2003, a Dell anunciou drives de disquetes não seria mais pré-instalado em Dell Dimension computadores domésticos, embora eles ainda estavam disponíveis como uma opção selecionável e purchasable como um aftermarket OEM add-on. Em 29 de janeiro de 2007, PC World afirmou que apenas 2% dos computadores que vendiam contido embutido unidades de disquetes, uma vez que ações presentes estavam exaustos, não disquetes mais padrão seria vendido. Em 2009, a Hewlett-Packard deixou de fornecer drives de disquetes padrão nas estações de trabalho.

Uso em pleno século 21
Os disquetes são utilizados para as botas de emergência em sistemas de envelhecimento falta suporte para outros media de arranque, e para BIOS atualizações já que a maioria BIOS e firmware programas ainda podem ser executados a partir de disquetes de arranque. Se as atualizações de BIOS falhar ou se tornar corruptos, drives de disquetes às vezes pode ser usado para executar uma recuperação. As indústrias da música e do teatro ainda usam equipamentos que necessitem de disquetes padrão (por exemplo, sintetizadores, samplers, baterias eletrônicas, seqüenciadores e consoles de iluminação ). Equipamentos de automação industrial, tais como programável máquinas e robôs industriais não podem ter uma interface USB; dados e programas são carregados a partir de disquetes, damageable em ambientes industriais. Isto não pode ser substituído, devido ao custo ou exigência de disponibilidade contínua; emulação de software existente e virtualização não resolver este problema, porque nenhum sistema operacional está presente ou um sistema operacional personalizado é usado que não tem drivers para dispositivos USB. emuladores de hardware de disco pode ser feita a interface de controladores de disco a uma porta USB que pode ser usado para drives flash; vários fabricantes [ ? que ] fazer tais emuladores.
Por mais de duas décadas, o disquete foi o dispositivo primário de armazenamento externo gravável utilizada. A maioria dos ambientes de computação antes de 1990 eram discos não conectados em rede e de disquetes eram o principal meio de transferência de dados entre computadores, um método conhecido informalmente como sneakernet . Ao contrário dos discos rígidos, os disquetes são tratadas e vistas; mesmo um usuário iniciante pode identificar um disquete. Devido a esses fatores, a imagem de um 3 1/2"disquete tornou-se uma metáfora de interface para salvar dados. símbolo O disquete ainda é usado por software de elementos de interface de usuário relacionados aos arquivos de poupança, tais como o lançamento do Microsoft Office 2010 , mesmo que esses discos são em grande parte obsoleto.

Tamanhos
Diferentes tamanhos de disquetes são mecanicamente incompatíveis, e os discos podem caber apenas um tamanho de disco. Unidades com 3 1/2 polegadas e 5 ¼ polegadas ranhuras estavam disponíveis durante o período de transição entre os tamanhos, mas continha dois mecanismos de acionamento separados. Além disso, existem muitos subtis, geralmente incompatibilidades de software orientados entre os dois. De 5 1/4 polegadas discos formatados para uso com computadores Apple II seria ilegível e tratadas como não formatados num Commodore. Como as plataformas de computador começou a se formar, foram feitas tentativas de intercambialidade. Por exemplo, o " Superdrive "incluídos a partir do Macintosh SE para o Power Macintosh G3 sabia ler, escrever e formatar IBM PC formato 3 ½ polegadas discos, mas alguns computadores compatíveis com IBM tinha unidades que fizeram o contrário. 8 polegadas, 5 1/4 polegadas e 3 1/2 polegadas discos foram fabricados numa variedade de tamanhos, para se adequar a maioria padronizados baias . Juntamente com os tamanhos de disco comuns foram não-clássicos tamanhos de sistemas especializados.


8 polegadas disquete

O primeiro disco flexível foi de 8 polegadas de diâmetro, e foi protegida por um revestimento de plástico flexível. IBM usado este tamanho como um meio de carga do microcódigo no processador de grande porte, e o disco de 8 polegadas inicial não foi campo gravável. Discos regraváveis ​​e discos se tornou útil. Os primeiros microcomputadores usados ​​para a engenharia, negócios, ou de processamento de texto freqüentemente usado uma ou mais unidades de disco 8 polegadas para armazenamento removível, o CP / M sistema operacional foi desenvolvido para microcomputadores com 8 unidades polegadas.
Um disco de 8 polegadas poderia armazenar cerca de um megabyte, muitas aplicações de microcomputador não precisa que a capacidade tanto em um disco, portanto, um disco de tamanho menor com menor custo de mídia e drives era viável. A unidade de 5 ¼ polegadas conseguiu o tamanho de 8 polegadas em muitas aplicações, e desenvolvido para sobre a capacidade de armazenamento do mesmo que o tamanho original 8 polegadas, com maior densidade de meios e técnicas de gravação.

5 polegadas e um quarto
A lacuna cabeça de um 80-pista de alta densidade (1,2 MB na MFM formato) 5 unidade quarto polegadas é menor do que a de um 40-pista dupla densidade (360 KB) unidade, mas pode formatar, ler e escrever 40-track discos bem desde que o controlador suporta o dobro pisar ou tem um interruptor para fazer tal processo. Um disco de 40 faixas em branco formatado e escrito em um disco rígido de 80 faixas podem ser tomadas para a sua unidade nativo sem problemas, e um disco formatado em um disco de 40-track pode ser usado em uma unidade de 80-pista. Discos escrito em um disco de 40 faixas e atualizado em uma unidade pista 80 se tornar ilegível em qualquer faixa de 40 unidades, devido à incompatibilidade rastrear largura.
Discos individuais lados foram revestidas em ambos os lados, apesar da disponibilidade de custo mais elevado duplas faces discos. A razão normalmente dada foi a de que os discos de dupla face foram certificados livre de erros em ambos os lados da mídia, mas as diferenças arquitetônicas entre as plataformas de computador negado essa afirmação, com RadioShack TRS-80 Modelo I computadores usando um lado e do Apple II máquinas do outro. Dupla face discos poderia ser usado em drives para discos de face única, um lado de cada vez, por entregá-los ( os discos flippy ); mais caros cabeça dupla unidades que poderia ler ambos os lados sem virar foram produzidos mais tarde, e mais tarde passou a ser usada universalmente.

3 polegadas e um quarto
No início de 1980, um número de fabricantes introduziu drives menores de disquete e mídia em vários formatos. Um consórcio de 21 empresas acabaram por se instalar em um disquete de 3 1/2 polegadas (na verdade, 90 mm ​​de largura), semelhante a um Sony design, mas melhorou para apoiar ambos os meios de face única e dupla face, com capacidades de 360 KB formatados e 720 KB, respectivamente. Single-sided unidades embarcadas em 1983, [16] e dupla face em 1984. O que se tornou o formato mais comum, o de dupla face, alta densidade (HD) 1.44 MB disco, enviado em 1986.
Os primeiros Macintosh computadores usados ​​de face única disquetes de 3,5 polegadas, mas com capacidade de 400 KB formatado. Estes foram seguidos em 1986 por duas faces 800 disquetes KB. Quanto maior for a capacidade foi alcançado a mesma a densidade de gravação através da variação da velocidade de rotação do disco com a posição do braço de modo a que a velocidade linear da cabeça estava mais próxima constante. Mais tarde, os Macs também pode ler e escrever discos 1,44 MB HD em formato de PC com velocidade de rotação fixa.
Todos os discos de 3 1/2 polegadas de ter um furo rectangular de um canto que, se for obstruído, habilitadas para gravação do disco. O HD discos 1,44 MB têm buraco, segundo desobstruída no canto oppoiste que os identificou como sendo de que a capacidade.
Em PCs compatíveis com IBM, os três densidades de 3 discos meia polegadas disquetes são compatíveis com versões anteriores: drives de alta densidade pode ler, escrever e formato de mídia de menor densidade. É fisicamente possível formatar um disco na densidade errado, embora o disco resultante não irá funcionar corretamente. Discos novos, fabricados como de alta densidade pode, teoricamente, ser formatado em dupla densidade apenas se nenhuma informação tem sido escrito sobre o disco em alta densidade, ou o disco foi completamente desmagnetizado com uma borracha de massa, como a força magnética de um registro de alta densidade é mais forte e substitui menor densidade, mantendo-se no disco e causar problemas.
Escrevendo em densidades diferentes do que os discos foram destinados, por vezes, alterando ou furos, era possível, mas preterido. Os orifícios no lado direito de um disco de 3 1/2 polegadas pode ser alterada para tornar algumas unidades de disco e sistemas operativos tratar o disco como um de maior ou menor densidade, para compatibilidade bidirecional ou razões económicas. Possíveis modificações incluem: [ esclarecimentos necessários ]. [17] [18] Alguns computadores, por exemplo, o PS / 2 e Arquimedes Acorn , ignorou esses buracos completamente. [19]
É possível fazer uma unidade de disco de 3 1/2 polegadas de disquete ser reconhecido por um sistema como um 5 1/4 polegadas de 360 KB ou 1200 unidade KB, e para ler e gravar discos com o mesmo número de pistas e sectores como esses discos, o que teve alguma aplicação na troca de dados com sistemas obsoletos.

Outros Tamanhos
Tamanho menor outra disquete foram propostas, especialmente para dispositivos portáteis ou de bolso que precisavam de um dispositivo de armazenamento menor. 3 "discos semelhantes na construção de 3 1/2" foram fabricados e utilizados durante algum tempo, particularmente por Amstrad computadores e processadores de texto. Um tamanho de 2 polegadas nominal foi introduzido para computadores de bolso compactos e foi usado com alguns controladores eletrônicos de instrumentos musicais. Nenhuma destas dimensões tornou-se popular em computadores pessoais.


Hoje, o disquete está rapidamente se tornando obsoleto. Meios digitais mais confiáveis, rápidos e com mais capacidade como o CD e o pen drive estão fazendo com que menos e menos computadores venham com o drive de disquete. Mas o disquete deixou sua marca, e isto pode ser facilmente visto nos menus dos programas, onde o disquete ainda é usado como símbolo para "gravar".

sexta-feira, 15 de março de 2013

Quem define o início do horário de verão?


Até 2008, a data variava ano a ano, mas agora é definida por um decreto presidencial. Ele determina que os relógios fiquem adiantados entre o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro. Com uma exceção: quando o último dia bate com o Carnaval, o fim é adiado para o domingo seguinte. O truque surgiu em 1916, na Alemanha, com o objetivo de aproveitar a claridade da manhã e adicionar uma hora de luz natural ao final da tarde, incentivando as pessoas a apagar as luzes e economizar energia.
Nos extremos dos hemisférios Norte e Sul, o dia amanhece cedo durante o verão e adiantar o relógio faz com que o sol nasça na mesma hora em que as pessoas estão acordando, garantindo que o tempo extra de luz seja aproveitado à noite. Por esse motivo, no Brasil, só as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul têm horário de verão.

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-define-o-inicio-do-horariode-verao

Quem é a mulher que aparece nas cédulas do real?



Você já percebeu que, nas cédulas em circulação no Brasil, além dos diversos animais que estampam a face reversa — como a arara nos bilhetes de R$ 10 e o mico-leão-dourado nos de R$ 20 —, também existe uma moça que aparece em todas as notas de real? A figura se parece à escultura de uma mulher, toda séria e sem olhos, ilustrando o lado anverso de todas as cédulas. Mas, afinal, quem é essa moça?


De acordo com o Banco Central do Brasil, trata-se de uma efígie simbólica, ou seja, uma ilustração que representa a República. No nosso país, ela foi interpretada sob a forma de uma escultura, e a imagem original que serviu de inspiração para essa representação foi o quadro “A Liberdade Guiando o Povo”, de Eugène Delacroix, no qual a Liberdade é apresentada na forma de uma mulher.

Assim, geralmente a imagem da República é representada por uma mulher vestindo o barrete da liberdade, uma espécie de touca — normalmente vermelha — que os republicanos franceses adotaram como uniforme durante a tomada da Bastilha.

fonte: http://www.megacurioso.com.br/teorias-da-conspiracao/35816-voce-sabe-quem-e-aquela-moca-que-aparece-nas-notas-do-real-.htm

quarta-feira, 6 de março de 2013

Comunicado

A Diretoria Informa que apesar de alguns sites estarem fora de nossos domínios diretos, estes nos pertencem, continuando sendo fruto de nossas imaginações e de nossa fabricação.