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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Purgo Repórter: A energia dos raios pode ser aproveitada?
Não existe ainda uma tecnologia capaz de armazenar a energia dos raios para aproveitá-la depois. Mesmo que existisse, talvez não valesse a pena. A energia que um raio transfere da nuvem para a terra tem em torno de 500 quilowatts. Se você olhar a conta de luz da sua casa, verá que isso é pouco mais do que se consome em um mês.
"Talvez, no futuro, seja possível lançar mão de uma torre para captar raios e alimentar um sítio ou uma fazenda", diz o meteorologista Osmar Pinto Júnior, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, São Paulo. "Isso poderá ser feito principalmente em regiões com alta incidência de relâmpagos, ou seja, mais de cinco faíscas por quilômetro quadrado por ano", afirma Osmar.
Ainda assim, será necessário estudar bem se o custo da montagem do equipamento compensa o benefício. Mesmo se fosse possível capturar todos os relâmpagos que caem em uma cidade como São Paulo (de 5 000 a 10 000 por ano) por meio de milhares de torres ou pára-raios , a energia capturada seria suficiente para alimentar no máximo 600 residências. Ou seja, não valeria a pena.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/a-energia-dos-raios-pode-ser-aproveitada
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Café com Microtauro: Quem Inventou o semáforo?
A palavra em si foi criada na Grécia antiga - com a junção dos termos sema (sinal) e phoros (que leva) - para dar nome a uma sistema utilizado para transmitir mensagens por tabuletas. Demorou mais de um milênio para surgir o semáforo como o conhecemos: um dispositivo para controle de tráfego. Foi nas esquinas movimentadas de Londres, em 1868, que se instituíram lanternas verdes e vermelhas para organizar o fluxo de carruagens e pedestres. A utilização dos mesmos sinais com luzes elétricas, por sua vez, teve início em 1914 na cidade de Cleveland, Estados Unidos. As luzes eram controladas por guardas que se revezavam no local. Em 1917, a luz amarela foi acrescentada aos sinais de trânsito de Detroit, no mesmo país - e o sinaleiro automático, que dispensava a operação manual, surgiu na década seguinte. Já o primeiro registro da utilização de luz vermelha para sinalização data de 1806, em um farol na costa britânica.
Pouco depois, os navios começaram a usá-la e, em seguida, foi a vez das ferrovias. A cor foi escolhida por um motivo prático: ao realizar testes de transparência com vidros coloridos, o engenheiro Robert Stevenson, responsável pela construção do tal farol, descobriu que o vermelho era o que deixava passar mais luz.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-inventou-o-semaforo
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Café com Microtauro: Como funciona o código de barras?
O código de barras nada mais é do que a representação gráfica da sequência de algarismos que vem impressa logo abaixo dele. A vantagem das barras é que elas podem ser identificadas rapidamente, e sem risco de erros, por aparelhos portáteis de leitura óptica, como os usados pelos caixas de supermercado. Mas o que realmente importa para identificar o produto é sua sequência numérica, que também pode ser digitada manualmente pelos caixas. "Esse número funciona como uma espécie de RG do produto, ou seja, não existem dois produtos diferentes com o mesmo número", diz a desenhista industrial Cláudia Ferreira, consultora da EAN, organização internacional que gerencia a distribuição dos códigos no mundo e tem uma representação no Brasil. O sistema de barras foi criado nos Estados Unidos em 1973 e acabou sendo adotado na Europa três anos depois. Mas, enquanto os americanos usam uma seqüência numérica de 12 dígitos, os europeus optaram por um padrão com 13, que foi adotado no resto do mundo.
A partir de 2005, porém, os dois sistemas foram ser unificados. Mas isso não significa que toda a confusão numérica acabou, pois existem ainda outros tipos de códigos especiais, como o formado por 14 dígitos (usado em caixas de papelão para informar a quantidade de produtos guardados) e o de oito dígitos (utilizado quando a embalagem do produto é muito pequena).
Linguagem cifrada
Sistema mais comum, desenvolvido na Europa, usa 13 algarismos para cada produto
As barras são uma representação gráfica do código binário. Cada traço preto ou branco equivale a um bit (1 ou 0, respectivamente) e cada algarismo é sempre representado por sete bits. Uma barra escura mais grossa que as outras é, na verdade, a somatória de vários traços pretos. O mesmo princípio vale para as barras brancas
AVISO INICIAL
Essas três primeiras barras mais compridas (uma branca no meio de duas pretas) são uma sinalização, indicando que a seguir vem o código do produto. As barras e seus respectivos algarismos não ficam alinhados - por isso o número 7 vem antes das barras de sinalização
REGISTRO NACIONAL
Esses três primeiros números (789) indicam que o produto foi cadastrado no Brasil, apesar de não necessariamente ter sido fabricado aqui. Cada país tem uma combinação própria. A da Argentina, por exemplo, é 779
RG DO FABRICANTE
A segunda seqüência de números, que pode variar de quatro a sete algarismos, é a identificação da empresa fabricante. Esse número é fornecido por uma organização internacional, a EAN, que faz o controle para que não sejam distribuídos números iguais
RG DO PRODUTO
A terceira sequência identifica o produto em si. A numeração varia conforme o tipo, o tamanho, a quantidade, o peso e a embalagem do produto - uma Coca-Cola em lata, por exemplo, tem uma seqüência diferente de uma em garrafa
CHECAGEM FINAL
O último número é um dígito verificador. Ao ler todo o código do produto, o computador faz um cálculo complexo, somando, dividindo e multiplicando os dígitos anteriores. Se a leitura estiver correta, o resultado desse cálculo estranho é igual ao do dígito verificador.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-funciona-o-codigo-de-barras
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Menus Vusê: 12 formas inteligentes de aproveitar seus utensílios de cozinha
Nossa cozinha tem tantos eletrodomésticos e utensílios, que mal temos onde guardar. É um para cada tipo de coisa: batedeira, liquidificador, sanduicheira, grill, torradeira, máquina de waffle. Quanto maior a infinidade desses produtos, menos utilidades nós damos para eles. Conheça 12 formas inteligentes de aproveitar tantos equipamentos, só que para fins diversos.
12. Processador de alimentos
Já reparou que tanto o processador de alimentos quanto o liquidificador possuem uma hélice no fundo cortante? É quase a mesma coisa! Você pode usá-lo para fazer sorvetes, bater massas e outras receitas que sua imaginação determinar.
11. Omelete na sanduicheira
Quem compra a omeleteira da Polishop mal sabe que está levando mais um “bagulho” para casa. Faça seu omelete na sanduicheira!
10. Falando nisso …
A sanduicheira também serve para fazer crepes e panquecas! E a melhor parte, custa metade do preço.
9. Brownie
Achou pouco? Faça brownie na sanduicheira ou máquina de waffle também! A segunda é melhor que a primeira opção, por ter um recipiente um pouco mais fundo.
8. Desfie frango na batedeira
Sabe aquele frango assado que sobrou do almoço de domingo? Desfie a carne que sobrou usando a batedeira e faça um belo salpicão!
7. Cozinhar vegetais, ovos e até miojo e salsicha na cafeteira
Boa dica para quem não possui fogão ou micro-ondas, ou apenas está com preguiça de sujar panelas.
6. Formas de gelo
Morangos cobertos com Chocolate dentro de formas de gelo
São muito úteis para congelar absolutamente qualquer coisa. Essa receita é de chocolate derretido, depois congelado com morangos. Hummm…
5. Ralador
Ótimo para fazer alho picadinho e gengibre.
4. Cortador de ovos para fatiar frutas
Facilita o trabalho!
3. Cozinhar alimentos na máquina de lavar
Já reparou que a máquina de lavar joga água bem quente na louça? Coloque vegetais ou ovos em um vidro bem fechado com água, ponha dentro da máquina de lavar louças e o alimento sairá cozido!
2. Use o cortador de pizza para fatiar folhagens
Bem mais prático!
1. Pipoca no micro-ondas
Por que ninguém pensou nisso antes???
Fonte: http://www.macacovelho.com.br/12-formas-inteligentes-de-aproveitar-seus-utensilios-de-cozinha/
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Purgástico: Pesquisadores americanos descobrem o trava-língua mais difícil do mundo
O rato roeu a roupa do rei de Roma. Esse é um trava-língua bastante comum, não é mesmo? E você já parou para pensar qual é o trava-língua mais difícil do mundo? Provavelmente não. Mas alguns pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts – MIT, na sigla em inglês – descobriram qual é a sequência de palavras mais difícil de ser dita em todo o mundo.
A descoberta ocorreu enquanto os cientistas estudavam mecanismos cerebrais envolvidos com problemas de fala. Para isso, eles selecionaram algumas palavras aleatórias. Uma sequência de vocábulos foi tão difícil que nenhum das pessoas estudadas conseguiu repeti-la.
O conjunto de palavras foi levado a mais pessoas e, como todas as outras, ninguém conseguiu falar tudo sem pausa. As palavras são aleatórias e não fazem sentido juntas. Tente pronunciá-las sem gaguejar – e aproveite para treinar seu inglês:
Pad kid poured curd pulled cod.
Os pesquisadores lançaram um desafio a alguns voluntários: se alguém conseguisse repetir a sequência dez vezes, sem gaguejar, ganharia um prêmio, mas, até o momento, simplesmente não há vencedores.
Fonte: http://www.megacurioso.com.br/comportamento/40265-pesquisadores-americanos-descobrem-o-trava-lingua-mais-dificil-do-mundo.htm
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Purgo Repórter: 13 Fenômenos naturais pouco conhecidos
As clássicas maravilhas da natureza são enormes, famosas e difíceis de não perceber – cânions vastos, montanhas gigantescas, cataratas descomunais e coisas do tipo. No entanto, muitos dos fenômenos naturais mais fantásticos são, ao mesmo tempo, alguns dos menos perceptíveis, seja por suas condições raras de surgimento ou por sua localização remota.
Indo desde pedras que se movem sozinhas sem explicação plausível até tornados de puro fogo e fumaça que são mais destrutivos do que os incêndios que os originaram, listamos a seguir algumas das maravilhas mais belas, inspiradoras e, por que não, aterrorizantes da natureza.
1 – Rochas deslizantes
As misteriosas pedras ambulantes do deserto de lama batida do Vale da Morte, na Califórnia, são motivo de controvérsia científica há décadas. Elas são rochas de tamanhos e formatos variados, algumas pesando centenas de quilos, que chegam a se mover por quilômetros e mais quilômetros sem algum motivo aparente, deixando um rastro atrás de si.
Alguns cientistas chegaram a propor que uma combinação de ventos fortes e gelo na superfície pudesse ser responsável pelo fenômeno, mas isso não explica os casos de pedras que começam lado a lado e se movem em velocidades e direções distintas. Além disso, as contas dos físicos também não batem, já que seriam necessários ventos de centenas de quilômetros por hora para mover algumas das rochas.
2 – Basalto colunar
Quando um fluxo de lava espesso se resfria, ele acaba se contraindo verticalmente, mas rachando em sentido perpendicular à direção em que fluía. Esse fenômeno acontece com um grau de regularidade geométrica tão grande que, na maioria dos casos, ele forma uma surpreendente grade de projeções hexagonais que parecem até ter sido feitas por seres humanos.
Um dos exemplos mais famosos desse fenômeno é a Calçada dos Gigantes, na costa da Irlanda (que você pode ver nas fotos abaixo). Porém, a maior e mais reconhecida ocorrência talvez seja a Torre do Diabo, nos estado norte-americano do Wyoming. O basalto também toma formas distintas e igualmente fascinantes quando as erupções são expostas a correntes de ar ou à água.
3 – Buracos azuis
Essas manchas escuras são quedas gigantescas e abruptas na elevação subaquática que são perfeitamente visíveis da superfície quando olhamos de cima e comparamos sua tonalidade com a dos arredores. Essas cavernas podem ter centenas de pés de profundidade e algumas contêm fósseis que foram encontrados nas suas profundezas, completamente preservados.
Com o equipamento apropriado, mergulhadores são capazes de explorar esses ambientes profundos, mas a baixa taxa de oxigênio devido à má circulação da água faz com que haja pouquíssima vida nesses lugares, deixando-os assombrosamente vazios.
4 – Marés vermelhas
As marés vermelhas nada mais são do que influxos súbitos de enormes quantidades de algas coloridas de célula única, que juntas acabam deixando áreas inteiras de um oceano com uma coloração vermelho-sangue. Embora algumas delas sejam relativamente inofensivas, outras são portadoras de toxinas mortais que causam a morte de peixes, aves e mamíferos marinhos.
Em alguns casos, até mesmos seres humanos já sofreram os efeitos nocivos das marés vermelhas, mas não há nenhum caso conhecido de pessoas que tenham morrido por conta do fenômeno. Embora possam ser altamente nocivos em grandes conjuntos, os fitoplânctons que as constituem não são perigosos em pequenas quantidades.
5 – Círculos de gelo
Enquanto muitos podem ver esses círculos aparentemente perfeitos de gelo como motivo para teorias de conspiração, cientistas acreditam que eles sejam formados quando pedaços flutuantes de gelo são rodados por correntes circulares de água (conhecidas como eddies), formadas por fluxos fortes de água que passam por objetos sólidos.
Como resultado dessa rotação, outros pequenos pedaços de gelo se acumulam simetricamente nas beiradas do bloco até que ele se transforme em um círculo quase perfeito. Já foram encontrados locais com círculos de gelo com mais de 152 metros de diâmetro e até mesmo grupos dessas formações, com tamanhos idênticos ou diferentes entre si.
6 – Nuvens mammatus
Fazendo jus à sua aparência medonha, as nuvens mammatus costumam ser mensageiras de tempestades ou outros abalos atmosféricos que estejam a caminho. Compostas predominantemente por gelo, elas podem se estender por centenas de quilômetros em todas as direções, com formações individuais que aparentam ficar completamente paradas por entre 10 e 15 minutos.
7 – Dolinas
Conhecidas em inglês como sinkholes, as dolinas são um evento natural consideravelmente assustador. Com o passar do tempo, fluxos subterrâneos de água causam erosão no solo abaixo da superfície até que a terra acima ceda e desmorone para as profundezas, algumas vezes de forma bastante abrupta.
Muitas vezes, esse fenômeno acontece de forma natural, mas existem ocorrências causadas pela interferência humana, seja ao deslocar fluxos de água ou pela ação de tubulação rompida. Dolinas urbanas de grande profundidade já se formaram mundo afora, consumindo partes de quadras, calçadas e até mesmo prédios inteiros.
8 – Penitentes
Nomeadas em menção a monges do estado norte-americano do Novo México que usavam capuzes extremamente pontudos, as penitentes são incríveis lâminas de gelo de formação natural que crescem do chão em direção ao sol. Mais comumente encontradas em altitudes elevadas, elas podem se tornar mais altas que os seres humanos e tomar campos extensos, que ficam repletos de pontas geladas.
Enquanto o gelo vai derretendo, pequenos desníveis iniciais são formados entre partes distintas dos blocos gelados. Com o passar do tempo, essas diferenças de altura modificam a ação do vento no degelo e criam sombras que diminuem o efeito do sol, criando as pontas acentuadas.
9 – Nuvens lenticulares
Não, essas formações não são OVNIs – nem coberturas artificialmente criadas para camuflá-los. As nuvens lenticulares são fenômenos evitados por aviadores tradicionais, mas amados por pilotos de planadores. Elas são massas com uma forte corrente de ar ascendente que pode levar os aviões sem motor a grandes alturas, normalmente formadas quando ventos rápidos são desviados para cima ao passarem por um grande objeto terrestre, como uma montanha.
10 – Pilares de luz
Essas colunas luminosas de aparência quase sólida se projetam pelo céu quando a luz reflete em cristais de gelo por um ângulo preciso, seja vinda do sol (como vemos nas duas primeiras figuras abaixo) ou de fontes artificiais, como luminárias de ruas ou parques. Apesar de sua aparência maciça, o efeito dos pilares de luz é inteiramente criado pelo ponto de vista relativo dos observadores.
11 – Lua laranja
Embora a maioria das pessoas já tenha presenciado esse fenômeno ao menos uma vez na vida, poucos sabem o que faz com que o satélite natural do nosso planeta ocasionalmente apareça com cores alaranjadas em regiões baixas do céu.
Quando a lua aparece mais próxima ao horizonte, os raios de luz solar que são refletidos nela são forçados a atravessar uma camada muito maior da nossa atmosfera até nos atingir, o que faz com que apenas as luzes de espectros entre o amarelo e o vermelho nos alcancem, o que inclui o laranja.
12 – Parélios
Conhecidos em inglês como sundogs, esses pontos luminosos em volta do sol possuem um processo de formação parecido com o dos pilares de luz, baseado nos raios luminosos passando por cristais. O formato e a direção dos sólidos translúcidos podem causar uma forte alteração no impacto visual para os observadores, produzindo caudas maiores e mudando as cores que podem ser vistas.
A altura relativa no céu da nossa principal estrela faz com que os parélios apareçam mais próximos ou mais distantes do astro. Condições climáticas variáveis em outros planetas do Sistema Solar podem levar ao surgimento de auréolas com até quatro desses pontos a partir da perspectiva desses mundos. O fenômeno é discutido e avaliado desde tempos ancestrais, com registros escritos datando da época dos egípcios e gregos.
13 – Tornados de fogo
Eles aparecem no meio ou nos arredores de incêndios descontrolados quando ocorre uma convergência de condições favoráveis, e podem ser causados por outros eventos naturais, como terremotos e tempestades de raios.
Os tornados de fogo podem ser extremamente perigosos, muitas vezes avançando até grandes distâncias e causando destruição e morte em áreas que de outra forma não seriam tocadas pelas chamas. O fenômeno costuma ter cerca de 1,5 quilômetro de altura, gerar ventos de mais de 160 quilômetros por hora e dura 20 minutos ou mais.
Fonte: http://www.megacurioso.com.br/fenomenos-da-natureza/37950-13-fenomenos-naturais-espetaculares-pouco-conhecidos.htm
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Purgo Repórter: Qual é o país mais verde do mundo?
É a Islândia, que lidera o EPI (sigla em inglês para Índice de Performance Ambiental). Nesse ranking, publicado a cada dois anos pelas universidades Columbia e Yale, nos EUA, os países são classificados de acordo com as medidas adotadas para proteger o meio ambiente. A avaliação considera 25 critérios, divididos em oito categorias, cada uma com um peso, e a maioria dos dados vem de organizações internacionais, como a ONU e o Banco Mundial. A especialista em políticas ambientais Angel Hsu, gerente do EPI, porém, adverte que "o índice não responde se as medidas de preservação estão melhorando ou piorando". Apesar das deficiências, o EPI é a avaliação ambiental mais abrangente, com 163 países estudados. Alguns deles, como a China, mantêm contato com os pesquisadores do índice para melhorar os indicadores ambientais.
Pela própria natureza
Comparamos oito países nos principais critérios de avaliação ambiental
1º Islândia - Nota 93,5
7º França - Nota 78,2
61º EUA - Nota 63,5
62º Brasil - Nota 63,4
69º Rússia - Nota 61,2
70º Argentina - Nota 61
121º China - Nota 49
163º Serra Leoa - Nota 32,1
• Na Islândia, 96% da água para consumo humano vem de minas e poços
• Segundo a OMS, a exposição a fatores ambientais é parcialmente responsável por 85 doenças
• Cada barco pesqueiro da Islândia tem uma cota máxima para explorar e a fiscalização é rígida
• Em Reykjavík, capital islandesa, um sistema com água quente natural aquece os prédios desde 1930
Passo a passo
Entenda os critérios de avaliação do EPI
BIODIVERSIDADE
A porcentagem de território em que a natureza é protegida é avaliada. A Islândia tem cerca de 100 reservas, com área total de 20 mil km2. Como mais de 60% da população vive na capital, Reykjavík, há vastas áreas com pouca presença humana
ÁGUA
O impacto do líquido é medido pelo acesso da população a saneamento adequado e a água potável. Em relação ao ambiente, avaliam-se a qualidade da água, a porcentagem de território com excesso de demanda por água e o nível de escassez
POLUIÇÃO DO AR
Calculam-se as emissões tóxicas em ambientes externos e internos - vindas de eletrodomésticos, produtos químicos etc. Para medir o efeito da poluição no ecossistema, são analisados os níveis de emissão de compostos químicos específicos
FARDO AMBIENTAL DE DOENÇAS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima quantos anos de vida são perdidos por doenças relacionadas a fatores ambientais. Entram na conta, por exemplo, pessoas com expectativa de 70 anos que tenham morrido aos 20 por malária
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Avalia a emissão de gases causadores do efeito estufa, além do gás carbônico gerado para produzir eletricidade. Na Islândia, como 95% da energia é de origem geotérmica, o país já deixou de emitir mais de 100 milhões de toneladas de CO2 desde 1944
AGRICULTURA
A nota é formada pela quantidade de água usada em lavouras, incentivos públicos que interferem na agricultura e a legislação sobre o uso de agrotóxicos. A agricultura na Islândia quase não polui, já que apenas 1% do território é usado para cultivo
PESCA
Mede-se quanto a pesca avança na cadeia alimentar. O normal é caçar os peixes mais robustos - se existe necessidade de pescar os menores, há um desequilíbrio. Outro aspecto analisado é a pesca com redes, que devasta a fauna marinha
SILVICULTURA
Avaliam-se o volume de árvores e a extensão de área florestada. Desde o início do século 20, a Islândia tem leis contra a degradação do solo e das florestas. Existe até um órgão especial para isso: o Serviço Estadual de Conservação do Solo.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-pais-mais-verde-do-mundo
Pela própria natureza
Comparamos oito países nos principais critérios de avaliação ambiental
1º Islândia - Nota 93,5
7º França - Nota 78,2
61º EUA - Nota 63,5
62º Brasil - Nota 63,4
69º Rússia - Nota 61,2
70º Argentina - Nota 61
121º China - Nota 49
163º Serra Leoa - Nota 32,1
• Na Islândia, 96% da água para consumo humano vem de minas e poços
• Segundo a OMS, a exposição a fatores ambientais é parcialmente responsável por 85 doenças
• Cada barco pesqueiro da Islândia tem uma cota máxima para explorar e a fiscalização é rígida
• Em Reykjavík, capital islandesa, um sistema com água quente natural aquece os prédios desde 1930
Passo a passo
Entenda os critérios de avaliação do EPI
BIODIVERSIDADE
A porcentagem de território em que a natureza é protegida é avaliada. A Islândia tem cerca de 100 reservas, com área total de 20 mil km2. Como mais de 60% da população vive na capital, Reykjavík, há vastas áreas com pouca presença humana
ÁGUA
O impacto do líquido é medido pelo acesso da população a saneamento adequado e a água potável. Em relação ao ambiente, avaliam-se a qualidade da água, a porcentagem de território com excesso de demanda por água e o nível de escassez
POLUIÇÃO DO AR
Calculam-se as emissões tóxicas em ambientes externos e internos - vindas de eletrodomésticos, produtos químicos etc. Para medir o efeito da poluição no ecossistema, são analisados os níveis de emissão de compostos químicos específicos
FARDO AMBIENTAL DE DOENÇAS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima quantos anos de vida são perdidos por doenças relacionadas a fatores ambientais. Entram na conta, por exemplo, pessoas com expectativa de 70 anos que tenham morrido aos 20 por malária
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Avalia a emissão de gases causadores do efeito estufa, além do gás carbônico gerado para produzir eletricidade. Na Islândia, como 95% da energia é de origem geotérmica, o país já deixou de emitir mais de 100 milhões de toneladas de CO2 desde 1944
AGRICULTURA
A nota é formada pela quantidade de água usada em lavouras, incentivos públicos que interferem na agricultura e a legislação sobre o uso de agrotóxicos. A agricultura na Islândia quase não polui, já que apenas 1% do território é usado para cultivo
PESCA
Mede-se quanto a pesca avança na cadeia alimentar. O normal é caçar os peixes mais robustos - se existe necessidade de pescar os menores, há um desequilíbrio. Outro aspecto analisado é a pesca com redes, que devasta a fauna marinha
SILVICULTURA
Avaliam-se o volume de árvores e a extensão de área florestada. Desde o início do século 20, a Islândia tem leis contra a degradação do solo e das florestas. Existe até um órgão especial para isso: o Serviço Estadual de Conservação do Solo.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-pais-mais-verde-do-mundo
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Purgástico: 12 embalagens criativas e inovadoras
Quando você vai ao supermercado, não se sente irresistivelmente atraído por produtos apresentados em embalagens criativas? É claro que o pessoal do marketing sabe muito bem disso e, sempre que possível, inventam “roupas” diferentes para os mais variados produtos, de forma que eles se sobressaiam entre os demais e atraiam a nossa atenção.
O pessoal da agência de publicidade Sopa de Ideias reuniu em um post uma coleção de embalagens criativas com sacadas inovadoras, confira algumas a seguir:
1 – Boa ideia
A garrafinha acima é de uma bebida energética feita à base de uma fruta exótica da China chamada goji, e o nome do produto — “Gloji” — é uma mistura do slogan “The juice that makes you glow” (ou “O suco que faz você brilhar” em tradução livre) e o nome da fruta. Além disso, o formato de lâmpada da embalagem também reflete essa ideia.
2 – Fruta em caixinha
Colocando as embalagens acima ao lado das convencionais, você não juraria que o conteúdo dá a impressão de ser mais natural? Essa foi a ideia do designer que criou as caixinhas — o japonês Naoto Fukusawa —, que acrescentou cores e texturas de frutas naturais aos produtos que ganharam uma aparência hiper-realista.
3 – Pragmatismo
Você já se viu na situação de querer passar manteiga no pão mas não ter nada à mão para fazer isso? O designer coreano Yeongkeun deve ter passado por algo parecido, pois é dele a ideia das embalagens de manteiga descartáveis com tampas em formato de faca.
4 – Partitura
Além de ser feita de papel e não usar plástico, a ideia de apresentar fones de ouvido enrolados de maneira que formem uma nota musical sobre um fundo que traz uma partitura é extremamente simples e tem tudo a ver com o produto.
5 – Queijo “apontado”
Olha que bacana a ideia do pessoal da agência alemã Kolle Rebbe: lápis feitos de queijo que você aponta sobre a comida. A indicação de quantidade vem em centímetros e existem três variedades diferentes para escolher: pesto, chilli ou trufa. Pena que o produto só é comercializado na Alemanha.
6 – Ver para crer
Se você é daqueles que sempre desconfiam dos relógios “à prova d’água”, então a embalagem acima, desenvolvida pela agência alemã Scholz & Friends para a marca suíça Festina, é ideal para você!
7 – Para vampiros
O produto acima, uma bebida energética chamada “Blood” (ou sangue em inglês) comercializada nos EUA, tem a mesma textura, cor e aparência de sangue de verdade, e a embalagem é simplesmente perfeita.
8 – Parece, mas não é
Apesar de parecer uma garrafa de leite, a embalagem acima é de vinho! Desenvolvido pelo pessoal do estúdio romeno Ampro, o objeto foi criado como brinde para seus clientes, especialmente para aqueles que nem sempre podem receber bebidas alcoólicas de presente. No entanto, existe uma pista sobre o conteúdo da garrafa: se você prestar atenção, o reflexo da palavra “Milk” (ou leite em inglês) forma, na verdade, a palavra “Wine” (ou vinho).
9 – Leite verde
A embalagem acima mescla de forma graciosa a ideia de animal x vegetal. Trata-se de uma garrafinha de plástico maleável com tetinhas de vaca, coberta de manchinhas verdes e arrematada com uma folha, perfeita para vender leite de soja.
10 – Cabelo, cabeleira
Mais uma sacada alemã — da agência Olgivy&Mather de Frankfurt —, os personagens acima (o grisalho, o loiro, o ruivo, o moreno e por aí vai) foram desenvolvidos para embalar de forma divertida e bem-humorada os novelos de lã da marca Rellena.
11 - Da natureza
Para destacar a linha de acessórios de cozinha da dinamarquesa Scanwood, a embalagem do produto decidiu dar ênfase à origem dos produtos, feitos de madeira. A haste de cada objeto aparece plantada na grama, com direito a ramificações de raízes. A ideia é dar ênfase ao processo sustentável de fabricação, destacou a empresa. O projeto ainda foi indicado ao prêmio Creative Circle Award.
12 - Para comer
A rede de fast-food Bob’s decidiu distribuir, em dezembro de 2012, embalagens de sanduíches comestíveis em seus restaurantes por um dia em São Paulo. Quem decidiu aparecer por lá nem precisou tirar o papel do hamburguer para matar a fome. A ação “Não precisa se controlar”, criada pela agência NBS, usou ingredientes comestíveis para reproduzir uma imitação do papel branco e vermelho que tradicionalmente é usado para cobrir o sanduíche.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Purgástico: 8 coisas que talvez você esteja fazendo do jeito mais difícil
Nós fazemos tantas atividades diariamente que às vezes nem percebemos que pela força do hábito podemos realizá-las de um jeito mais fácil. Quando o cérebro está condicionado a fazer algo do mesmo jeito repetidas vezes, podemos perder a habilidade de pensar em soluções alternativas, criativas e muitas vezes mais fáceis para realizar as tarefas cotidianas.
Entretanto, especialistas dizem que às vezes é importante fazer as coisas de um modo mais difícil, já que você trabalhará outros campos do cérebro também. Sempre que novas habilidades são aprendidas a sua capacidade de memorização é ampliada. Por exemplo, é mais fácil encontrar um caminho em uma cidade pelo GPS do que pensar em quais ruas você deve dirigir. Porém, ao pensar em novos tipos de trajetos você ampliará o seu campo de memorização.
Apesar de esses esforços mentais serem saudáveis, existem aquelas tarefas diárias que são chatas e que podem se tornar mais fáceis com alguns truques. Veja abaixo alguns exemplos de situações que você provavelmente está fazendo de um modo bem mais difícil do que realmente são:
8 – Desamarrar os nós das sacolas
O segredo para desamarrar as sacolas é torcer e empurrar uma das extremidades (a parte superior do nó, que parece com um laço) e empurrá-la em direção ao interior da sacola. Desse modo, o nó vai afrouxar e você conseguirá pegar o alimento sem grandes problemas.
7 – Cortar tomates
Os cozinheiros que têm dificuldade de cortar tomates em pedaços podem encontrar aqui uma solução mais fácil – especialmente se os pedaços sempre saem tortos. Normalmente, o problema não é a técnica de corte, porém a faca que é utilizada. Utilize as típicas facas de pão para repartir os tomates; aquelas facas que cortam fatias de uma só vez e que não exigem mais movimentos repetidos. Contudo, não se esqueça de cuidar dos seus dedos ou poderá machucá-los mais facilmente.
6 – Remover riscos dos móveis de madeira
Riscar os móveis não é algo difícil, especialmente se existem gatos ou cachorros em casa. Se você gosta de manter tudo brilhando e com cara de novo, saiba que há um modo alternativo para remover esses riscos. Por mais esquisito que possa parecer, o óleo que é expelido por vários tipos de nozes (walnut, em inglês), é capaz de remover essas linhas nada agradáveis.
O óleo das nozes é capaz de se mesclar com a madeira dos móveis, preenchendo o risco de um modo natural. Além disso, o óleo pode absorver a cor da madeira ao redor, tornando o risco verdadeiramente invisível. Como fazer isso? Esfregue a região com a noz (sem a casa, obviamente) para que o óleo seja expelido e preencha o espaço.
5 – Amarrar os sapatos
Certas pessoas que amarram o cadarço dos sapatos fazem de um jeito que consideram o correto – ou pelo menos o mais certo. Conhecido em inglês como Granny Knot (o Nó da Vovó, em tradução literal), ele é caracterizado por um pequeno laço inclinado que se faz com o cadarço. Entretanto, o Granny Knot é considerado um tanto ineficiente, já que pode ser desamarrado facilmente se corrermos ou se não formos muito precisos.
Segundo algumas pessoas, o nó mais indicado para os pés é o Reef Knot (o Nó do Recife, em tradução literal), usado na navegação, em determinadas cirurgias e por pessoas que sabem dar bons nós. O único diferencial dos nós comuns ocorre no momento de finalização, deixando os laços do nó paralelos e equilibrados. Você deve fazer o laço sobre a cruz do nó de base, envolvendo o primeiro círculo superiormente – e não por baixo, como muitos fazem. Veja melhor a diferença desses dois nós ao clicar aqui.
4 – Limpar o microondas
Fazer a limpeza no microondas não é algo complicado e não requer muitos produtos de limpeza. Tudo que você precisa é de um pouco de água e de vinagre destilado. Misture meia xícara de água com meia xícara de vinagre em uma tigela e a coloque para esquentar no microondas. Deixe que o líquido borbulhe, fazendo com que pequenas partículas de água grudem no interior do aparelho.
Quando você verificar que o microondas está embaçado por dentro, desligue o eletrodoméstico e espere alguns instantes. Depois de alguns minutos, abra-o e retire as gotículas das paredes do microondas com uma esponja – e ele ficará brilhando. Para evitar um odor desagradável, você pode acrescentar alguns pedaços de limão ou de laranja na tigela com o líquido.
3 – Poupar dinheiro
Há duas coisas que podem ajudar você a poupar dinheiro: acompanhar o seu orçamento à risca e fazer depósitos de poupança assim que você recebe seu salário. É fato que muitas pessoas não sabem quanto de dinheiro gastam por mês – e muitas vezes se perdem nas contas. Um jeito de facilitar isso é colocar tudo no papel (as contas básicas, os gastos com lazer, com alimentação, entre outros).
Apesar de parecer algo óbvio, poucas pessoas realmente fazem isso. Desse modo, você administrará seu dinheiro muito melhor. A segunda dica é fazer depósitos de poupanças mensais (no mínimo, segundo economistas, 10% do salário). O objetivo é depositar essa quantia assim que você recebe seu salário, pois desse modo esse dinheiro não será comprometido pelo orçamento.
2 – Abrir pacotes plásticos
Sim, você não é o único que sofre para abrir pacotes plásticos que normalmente possuem brinquedos ou aparelhos eletrônicos. Esses protegidos pacotes plásticos são conhecidos por machucar os consumidores com pequenos arranhões. Grande parte das pessoas simplesmente vai atrás de facas ou de tesouras para abrir essas embalagens, porém há outro utensílio que promete mais facilidade e sucesso.
Os abridores de latas com suas extremidades pontiagudas podem perfurar o interior de muitos desses pacotes de modo mais prático (claro, dependendo do tipo de abridor que você possui em casa). O melhor é que você provavelmente possui uma dessas peças na cozinha – chega de machucados na hora de abrir as embalagens.
1 – Prevenir bolhas nos pés
Quem possui bolhas nos pés frequentemente sabe o quão desagradáveis e dolorosas elas podem ser. Existe um modo fácil de prevenir essas bolhas sem que você tenha que comprar sapatos ou meias específicas. Um estudo feito pela Academia Militar de West Point, em Nova York, concluiu que aplicar um pouco de antitranspirante nos pés ajuda a combater as bolhas.
O motivo disso é que o constante atrito ocasiona as bolhas e quando os pés estão suados o grau de fricção é aumentado. O antitranspirante pode ajudar a diminuir o suor dos pés e, consequentemente, a origem das detestáveis bolhas. De qualquer modo, é bom não exagerar nas doses de aplicação.
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