quinta-feira, 10 de maio de 2012

Purgástico: Caixa preta

Por que chama mais a atenção. Em caso de acidentes, a caixa-preta – que guarda os dados do voo – precisa ser rastreada em locais de difícil acesso, como o fundo do mar. Por isso, além de ser laranja, ela carrega duas tiras fosforecentes, que refletem a luz. A expressão caixa-preta vem da década de 50, quando os circuitos eletrônicos do avião eram agrupados em compartimentos, mas o termo correto é Flight Data Recorder (em inglês, “ gravador de dados do voo”). “Como o funcionamento dos circuitos era obscuro, as caixas ficaram conhecidas como black boxes, já que a cor preta remete ao desconhecido”, explica Hildebrando Hoffmann, professor de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS.
E o apelido pegou justo na única caixa que, por convenções mundiais de aviação civil, é obrigatoriamente da cor laranja. Em média, uma caixa-preta utilizada por aviões comerciais tem 13 cm de altura por 12 de comprimento, podendo pesar cerca 5 kg. Feita com uma liga de titânio e resina, a caixa suporta temperaturas de até 1100º C.

Fonte:  http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-a-caixa-preta-dos-avioes-e-laranja

terça-feira, 8 de maio de 2012

Purgástico: Por que se chama Dólar?

A palavra "dólar" é uma adaptação do nome de uma moeda tcheca do século 16, a "joachimsthaler". Essa velha moeda de prata começou a ser cunhada em 1519 em uma mina na Boêmia, região da atual República Tcheca. Ela ganhou popularidade e começou a circular em toda a Europa. Para facilitar a comunicação, acabou primeiro sendo apelidada de "thaler"; depois, teve o nome "traduzido": virou "daler" nos países nórdicos, "tolar" na Eslovênia, "dólar" entre os britânicos... Na Inglaterra, o nome nunca batizou oficialmente a moeda local, que é chamada de libra desde o ano 775, quando a unidade de peso equivalente a 0,4536 quilo passou a designar também a moeda inglesa. Mesmo assim, é possível encontrar referências ao "dólar" como sinônimo de dinheiro na Inglaterra, em peças de William Shakespeare. Apesar de os Estados Unidos terem sido colonizados pelos britânicos, foi a Espanha que acabou tendo uma influência decisiva no batismo da moeda americana. O peso espanhol, que era empregado nas transações na é-poca em que os Estados Unidos ainda eram colônia, era chamado popularmente de "dollar espanhol". Em 1861, o governo dos Estados Unidos lançou ofi-cialmente a sua moeda apenas tirando o "sobrenome". O curioso é que o "thaler" original saiu de circulação poucos anos depois, em 1873. Já o dólar conseguiu fazer escola e hoje é a moeda oficial de 23 países, como Canadá, Austrália, Malásia e Hong Kong.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-a-moeda-americana-se-chama-dolar

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Purgástico: Um tiro para o céu pode ferir alguém?

Depende do ângulo em que a arma é apontada, mas uma bala caída do céu pode até matar! No caso de um tiro dado precisamente para cima, num ângulo de 90 graus, o projétil pode machucar, mas dificilmente matar. É que, por causa da resistência do ar, a bala volta a uma velocidade menor que aquela da hora do disparo. O pipoco de uma arma comum, como um revólver calibre 38, chega ao solo a cerca de 250 km/h - abaixo dos 350 km/h, o mínimo necessário para perfurar o tecido humano. Mas, dependendo do desenho da bala, não tem escapatória. "Para um projétil com aerodinâmica parecida com a de uma bala de fuzil AR-15, a velocidade de impacto será superior a 350 km/h, mesmo no tiro vertical", diz o professor Sérgio Morelhão, do Instituto de Física da USP. Nesse caso, a saída é andar com um guarda-chuva de aço! :- P
SAI DE BAIXO!
Veja o estrago causado por disparos de uma arma calibre 38 em diferentes inclinações
No tiro dado exatamente para cima, num ângulo de 90 graus, a bala sai do trezoitão a quase 1 050 km/h.Assim que sai do cano, a bala começa a desacelerar, por causa da força da gravidade e da resistência do ar, até atingir velocidade zero - a cerca de 720 m de altura -, quando começa a cair. É difícil prever o ponto de chegada do balaço. Isso ocorre porque o vento altera a trajetória do projétil, que pode cair a dezenas de metros do local do disparo. Durante a queda, a resistência do ar segura o tranco, impedindo que o pipoco chegue ao solo com a mesma velocidade com que saiu. Cerca de 25 segundos após o disparo, a bala volta, a uns 250 km/h. Não é um valor letal - ou seja, acima dos 350 km/h -, mas o baque é forte e pode até matar!
SAI DA FRENTE!
Se o disparo for dado a 45 graus, a velocidade final será de cerca de 230 km/h - inferior aos mortais 350 km/h. Mas, nessa inclinação, o risco de o balaço atingir alguém enquanto sobe a toda é maior.
LIMITE MORTAL
No tiro dado com a arma a cerca de 5 graus, não tem saída: o projétil chega ao solo com velocidade letal. Isso depois de percorrer até 500 m. Ou seja, dificilmente não vai pegar algum desavisado pelo caminho...

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/um-tiro-dado-para-cima-pode-ferir-alguem

domingo, 6 de maio de 2012

Purgástico: Por que as letras no teclado não seguem a ordem alfabética



Acredite se quiser, mas o teclado que usamos hoje - conhecido como QWERTY (por causa das seis primeiras letras na fileira superior, na mão esquerda) - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, de tecnologia rudimentar, travavam os tipos quando a datilografia era muito rápida. Quando o impressor americano Christopher Latham Sholes (1819-1890) inventou a máquina de escrever, em 1868, tentou ordenar as letras em ordem alfabética - como acontece na segunda fileira, onde temos uma seqüência quase completa: DFGHJKL. As mudanças de posição foram feitas para forçar o datilógrafo a bater as teclas numa velocidade adequada, sem embaralhar os tipos. Por isso, o E e o I, duas das letras mais freqüentes na língua inglesa, foram retiradas da segunda fileira, a mais acessível. A letra A, outra das mais comuns, ficou relegada ao dedo mínimo esquerdo, o menos hábil de todos.
Em 1932, depois de 20 anos de estudo, August Dvorak, também americano, criou o teclado que leva o seu nome, extremamente eficiente para língua inglesa: 3 000 palavras podem ser escritas com as letras da fileira principal (contra 50 no teclado QWERTY) e a mão direita é a mais usada. Alguns fabricantes chegaram a realizar competições entre os dois teclados para determinar qual era o melhor. Infelizmente, o datilógrafo que usou o QWERTY havia memorizado o teclado inteiro, enquanto o outro ainda catava milho. Por conta disso, o QWERTY acabou se tornando padrão industrial e assim permanece até hoje.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-as-letras-no-teclado-nao-seguem-a-ordem-alfabetica

sábado, 5 de maio de 2012

Purgo Repórter: Onde as corujas ficam durante o dia



A maioria das corujas se abriga em cavernas ou galhos de árvores durante o dia. Algumas espécies, como a buraqueira, escondem-se em buracos e tocas cavadas no chão. Outras ainda utilizam como "dormitório" torres de igrejas, telhados e forros de casas velhas. Na mata, para escapar dos inimigos e não ser atacada enquanto está dormindo, a coruja utiliza sua plumagem - que vai do branco-amarelado ao preto - para se confundir com a folhagem e os galhos das árvores. "Embora seja uma ave de hábitos crepusculares e noturnos, as corujas também são ativas e enxergam bem durante o dia. Mas, como usam esse período para repousar, ficam mais suscetíveis aos predadores, como cobras e outros pássaros", diz o ornitólogo Carlos Eduardo Sant’Ana, da Universidade Católica de Goiás.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/onde-as-corujas-ficam-durante-o-dia

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Purga Rurar: A maior planta carnívora

Se você está imaginando uma planta monstruosa, capaz de engolir uma pessoa, como nos desenhos animados, pode tirar isso da cabeça: esse tipo de coisa, caro leitor, não existe. As maiores carnívoras de que se tem notícia são as trepadeiras da espécie Nephentes rajah, que dificilmente chegam a meio metro de altura. Elas são típicas das úmidas florestas da ilha de Bornéu, na Ásia, e se alimentam por meio de um jarro pendurado na extremidade de suas folhas. A espécie vive numa faixa de 1.500 a 2.650 m de altitude e é considerado como uma planta altiplana ou sub-alpina.
N. rajah é a planta mais famosa com armadilhas em forma de jarro gigante, que pode crescer até 35 cm de altura e 18 cm de largura. Esta planta é capaz de beber 3,5 litros de água e 2,5 litros de líquido digestivo, tornando-se, provavelmente, o maior do gênero em volume. Outra característica morfológica do N. rajah é a penhora de folhas peltadas de lâmina e gavinha, que está presente em apenas algumas outras espécies.
A planta é capaz, ocasionalmente, prender pequenos vertebrados e até pequenos mamíferos, como ratos afogados tendo sido enganado nas armadilhas em forma de jarro.

Fontes: Mundo Estranho e Wikipédia Brasil.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Purga Rurar: Pimenta



Pimenta é o nome comum dado a várias plantas, seus frutos e condimentos deles obtidos, de sabor geralmente picante. Porém, este termo tem acepções diferentes nos vários países lusófonos.
No Brasil, o termo refere-se tanto às espécies de Capsicium como as de Piper e Pimenta. Já o termo pimento ou pimentão é utilizado para as variedades doces de Capsicum annum, também designadas como pimentas-doces. As variedades de Piper Nigrum são designadas por pimenta-do reino. O termo malagueta ou pimenta-malagueta é usado para variedades de Capsicum frutescens.
Em Portugal, o termo não é comummente aplicado às plantas do género Capsicum, para o qual se usam usualmente os termos pimento, malagueta ou piripíri (o primeiro é mais usado para as variedades mais doces de Capsicum annuum e os restantes para as variedades picantes; o termo piripíri refere-se geralmente a Capsicum frutescens). O termo "pimenta" é aplicado sobretudo para os géneros Piper e Pimenta e para condimentos obtidos a partir de Capsicum, como a pimenta-de-caiena.
Em Moçambique as variedades de Piper são chamadas pimenta-redonda; piripíri refere-se aos frutos pequenos de Capsicum frutescens, e malagueta às variedades de tamanho maior; em Angola, o termo preferido é jindungo.
Além das referidas acima, existem várias outras plantas que, embora não sejam usadas como especiarias, são também chamadas de pimentas.

Atualmente, a pimenta mais ardida que se tem notícia é a Trinidad Scorpion Butch T, desenvolvida numa empresa australiana em abril de 2011 com base em um fruto de Trinidad e Tobago. Esse tipo de “aprimoramento” em laboratórioé comum: as pimentas são fáceis de cultivar, possuem sementes abundantes e o cruzamento entre variedades selvagens cria híbridos ainda mais ardidos que os originais. A Scorpion atinge 1,1 milhão na escala Scoville, criada pelo farmacologista Wilbur Scoville para medir a pungência das pimentas. Isso significa que, para perder o sabor picante, ela precisa ser diluída 1,1 milhão de vezes em água e açúcar!

Falsa Parente:
A pimenta-do-reino não é uma pimenta. Estas são originárias das Américas, enquanto a do-reino (Piper nigrum) é típica da Índia, feita do grão de uma planta trepadeira

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-a-pimenta-mais-ardida-do-mundo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pimenta