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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Purga Rurar: Tipos de uvas
Cada uma das mais de 60 mil variedades conhecidas possui características únicas de cor, sabor, aroma e tamanho. Tudo indica que os primeiros ancestrais das atuais videiras tenham surgido há milhões de anos na Groenlândia. De lá, elas chegaram à América, Ásia e Europa, onde surgiram os dois principais grupos da fruta. O primeiro reúne os tipos da espécie Vitis vinifera, que apareceu primeiro no continente asiático, mas depois se espalhou pela Europa. "São as variedades de maior qualidade, geralmente usadas para a fabricação de vinhos nobres. Alguns exemplos são as famosas uvas francesas merlot, cabernet e chardonnay. Apenas 20% dos tipos pertencem a esse grupo", diz o engenheiro agrônomo Fernando Picarelli Martins, consultor da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Campinas (SP). O segundo grupo engloba as videiras americanas, principalmente da espécie Vitis labrusca.
Consideradas menos requintadas, variedades como a uva niagara servem apenas para vinhos baratos, mas são muito populares na alimentação ou no preparo de geléias e sucos, além de possuírem maior resistência às variações de clima e doenças. No Brasil, as primeiras uvas chegaram com a expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza, em 1532, mas o cultivo só cresceu no século 19, com a imigração italiana para os estados da região Sul, que hoje concentram 90% da área cultivada com a fruta no país. Por aqui, o sucesso da uva vem acompanhado de um costume: antes de apreciar o sabor, muita gente costuma desprezar a casca da fruta. Mas os especialistas garantem que comer essa embalagem natural não faz mal. "Não há registro de contaminação por agrotóxicos, porque o produtor respeita um período pré-determinado entre a aplicação do produto e a venda. De qualquer forma, é só lavar bem a uva antes de comer", diz Fernando.
Com essa simples precaução, vale a pena aproveitar os benefícios nutritivos da casca. "Estudos recentes indicam que ela ajuda na proteção imunológica e reduz a formação de radicais livres, moléculas que podem estar ligadas ao aparecimento de câncer no corpo", afirma a nutricionista Anita Sachs, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: Fernando Picarelli Martins, consultor da Embrapa Transferência de Tecnologia - Escritório de Negócios de Campinas, SP, e bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Dados da produção brasileira: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), 1999
Detalhamento
1- Nacional
Também conhecida como uva Isabel, é o tipo mais plantado no Brasil, ocupando quase a metade das videiras. O nome é uma homenagem à americana Isabella Gibbs, que iniciou o cultivo nos Estados Unidos, no início do século 19. Excelente para a produção de geléias e sucos, sofre com a fragilidade para o transporte e armazenamento.
2- Niagara Rosada
Chamada também de uva rosada, é uma variedade brasileira. Foi descoberta no meio de uma plantação de niagaras brancas nos vinhedos de Louveira (SP) em 1933. Encontrada por acaso por um agricultor, espalhou-se pelo estado de São Paulo. A fruta de polpa mole e doce é o tipo de uva mais consumido no país.
3- Cabernet Sauvignon
É uma das uvas mais nobres, servindo de base para os famosos vinhos tintos da região de Bordeaux, na França. A excelente qualidade da bebida, cujo aroma e buquê evoluem com o envelhecimento, fez com que a cultura se expandisse pela Itália, Espanha, Grécia e Estados Unidos. O cultivo da cabernet responde por só 0,5% do total de uvas plantadas no Brasil.
4- Thompson
É o tipo mais plantado no mundo. Originalmente chamada de sultanina, apareceu na Ásia Menor há muitos séculos. Na América, foi rebatizada em homenagem a William Thompson, primeiro a cultivá-la na Califórnia. Seu grande atrativo é não ter sementes, o que faz dela a uva mais popular nos Estados Unidos. Também serve para produzir passas.
5- Chardonnay
Essa variedade de cachos pequenos é a mais tradicional na produção de vinhos brancos em todo o mundo. Ganhou fama no século 19, na região da Borgonha, na França, e começou a ser plantada no Brasil na década de 1980. Por aqui, a produção aumentou nos últimos 15 anos, mas ainda representa apenas 0,1% do total dos vinhedos cultivados.
6- Moscatel Branca
Surgida provavelmente na Grécia antiga, essa uva verde-amarelada de aroma forte se adaptou bem aos diversos continentes para onde foi levada. Em cada país, recebia um nome diferente - o "moscatel" apareceu na região de Setúbal, em Portugal. No Brasil, é usada para a alimentação e na produção de vinhos brancos.
7- Itália
Batizada pelo italiano Alberto Pirovano em 1927, surgiu a partir de um cruzamento entre as uvas bicane e moscatel de Hamburgo. Sua polpa saborosa não costuma ser usada para a produção de vinhos, mas é um tipo bastante apreciado como fruta fresca. Tem uma versão rosada, chamada no Brasil de uva-rubi.
8- Merlot
Junto com a cabernet, pinot noir e syrah, é considerado um dos quatro tipos mais requisitados para os vinhos tintos. Também surgiu em Bordeaux, na França. Em 1900, fixou-se no Rio Grande do Sul, onde mais de 5 mil toneladas anuais (0,6% da produção nacional) servem de matéria-prima para a bebida.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-as-diferencas-entre-os-varios-tipos-de-uva
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Purga Rurar: Como saber se uma fruta silvestre é comestível?
A melhor dica é observar o comportamento dos animais selvagens. "O que eles consomem pode ser aproveitado pelo homem", diz o coronel Marcos Carias de Oliveira, ex-instrutor do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) do Exército brasileiro. A dúvida sobre um fruto desconhecido pode pintar num simples passeio ecológico ou numa situação extrema, quando a decisão de comê-lo ou não é uma questão de sobrevivência. Na primeira hipótese, talvez o melhor conselho seja não arriscar. É que, apesar de existirem pequenos truques para identificar o que é ou não comestível, a lista de exceções à regra é grande. Algumas raízes, por exemplo, podem ser ingeridas sem problema quando cozidas, mas são venenosas quando cruas. Já certas frutas que são deliciosas quando maduras se transformam em um prato indigesto se colhidas antes do tempo. "O fruto da mangaba quando verde é venenoso e impróprio para o consumo, causando intoxicações que podem levar à morte", diz o engenheiro agrônomo Carlos Ruggiero, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal (SP). Ou seja, as dicas do infográfico desta página até ajudam, mas não são infalíveis. Por isso, para colocá-las em prática, só mesmo num momento limite e não por simples curiosidade.
Pavor à primeira mordida
Diante de frutos e vegetais desconhecidos, siga as pistas deixadas por animais
FIQUE LONGE DO "CAL"
A sigla CAL quer dizer "Cabeludo, Amargo e Leitoso". Se o fruto em questão tiver essas três características somadas, nem pense em comê-lo. Porém, a existência de apenas uma ou duas dessas características não impede o consumo. O kiwi, por exemplo, tem a casca "cabeluda" e o mamão pode soltar uma espécie de leite
SABOR APROVADO
Procure frutos grandes que estejam bicados por pássaros ou mordidos por animais. Os peritos em sobrevivência na selva garantem que 90% do que os animais comem também pode ser consumido pelos humanos
NO RASTRO DO ALMOÇO
Seguir pegadas de pequenos animais é uma boa tática. Ela podem levar até árvores e plantas frutíferas. Ao chegar perto delas e olhar para o alto, provavelmente você irá encontrar frutos mordidos pelos animais
A RAIZ DO PROBLEMA
Muitas raízes e brotos subterrâneos podem ser consumidos crus, como o rabanete e a cenoura. Se você achar um vegetal conhecido, tudo bem comê-lo in natura. Mas, se pintar a dúvida se uma raiz ou broto é comestível, é melhor cozinhá-lo. O inhame bravo, por exemplo, é venenoso cru, mas cozido não.
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-saber-se-uma-fruta-no-mato-e-comestivel
quinta-feira, 18 de julho de 2013
ELEITA
A TV Purgo anuncia oficialmente, como canal subordinado as funções do governos que a partir de hoje começa o mandato de nossa nova prefeita,
Ilustríssima Senhora Dona Dona Iduína Afonsa Júniara Purgantos Bum
do PPP; a TV Purga é obrigada a lhe desejar um bom mandato, cheio de desvios nunca pegos, de malandragem governamental e de muitos apadrinhados políticos.
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terça-feira, 16 de julho de 2013
Jornal Purgal: Descoberta fraude da Prefeita Sacha Purga
Foi descoberto pelos Burocratas da central de Burocracia e do Protocolo expediente que a prefeita Sacha Purga desviava parte dos clipes de papel da sua sala para sua casa, chegando a desviar até 420 clipes por mês, a prefeita foi caçada, não podendo sair da cidade e tendo que responder processo pelo desvio, o diretor da Central de Burocracia, que participou da investigação do caso disse que tudo será avaliado o mais rápido possível e talvez em 17 anos saberemos o que era feito com estes clipes.
Eleições Quarta-feira dia 17/07/3096
Como houve o caçamento da atual prefeita Sacha Purga Bum, um novo prefeito será escolhido esta quarta-feira por toda Purgalândia, a votação se inicia às duas horas da manhã e dura até as cinco da manhã, programe-se, lembre que em caso de abstinência de voto, o cidadão será chicoteado em praça pública. Confira os prefeitos indicados por cada partido político:
1. Iduína Afonsa Júniara Bum(PPP)
2. Juaquim dos pés Juntos Bolita Purgo Bum (PPPPP)
3. Patácio Purgo Peixoto (PPPPPP)
4. Juspútia Akilusja Purgo Bum (PPPPPPP)
5. Japa dos Ossos de Purgtory (PPPPPPPP)
6. Caloteiro Ladrão Purgo Bum (PPPPPPPPP)
7. Predo Tapeçaria X Purguch Bum (PPPPPPPPPP)
8. Camélíssimo Purguintochino Bum (PPPPPPPPPPPP)
Relatório sobre Cosupriel
Central de Burocracia divulga relatório de 1200 páginas em 4 cadernos e em míseras 2 caixas sobre o caçamento do prefeito Cosupriel Esquilo Bum; este desviava 340 quilos de chuchu ao mês para as conta particular na suécia.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Purgástico: Centésima Postagem
Agradecemos a toda a audiência que você nos deu nesse tempo, e que nos encorajou a fazer desta a nossa
Centésima Postagem
Agradecimentos especiais à:
Centésima Postagem
Agradecimentos especiais à:
Angela Thaís Leite
Aparecida Leite
Bruno Oliveira Rigo
Bruno Vinicius Rosa
Daniel Enrrique Leite
Gilmar Leite
Igor Yuri Pereira Fernandes
Julia Reis Conterno
Juliane Fernanda Nunes Boleta
Marcia Belotti Gil
Maycon de Queiroz Oliveira
Priscila Aparecida Silveira
Solange Reis
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Purga Rurar: A maior planta carnívora
Se você está imaginando uma planta monstruosa, capaz de engolir uma pessoa, como nos desenhos animados, pode tirar isso da cabeça: esse tipo de coisa, caro leitor, não existe. As maiores carnívoras de que se tem notícia são as trepadeiras da espécie Nephentes rajah, que dificilmente chegam a meio metro de altura. Elas são típicas das úmidas florestas da ilha de Bornéu, na Ásia, e se alimentam por meio de um jarro pendurado na extremidade de suas folhas. A espécie vive numa faixa de 1.500 a 2.650 m de altitude e é considerado como uma planta altiplana ou sub-alpina.
N. rajah é a planta mais famosa com armadilhas em forma de jarro gigante, que pode crescer até 35 cm de altura e 18 cm de largura. Esta planta é capaz de beber 3,5 litros de água e 2,5 litros de líquido digestivo, tornando-se, provavelmente, o maior do gênero em volume. Outra característica morfológica do N. rajah é a penhora de folhas peltadas de lâmina e gavinha, que está presente em apenas algumas outras espécies.
A planta é capaz, ocasionalmente, prender pequenos vertebrados e até pequenos mamíferos, como ratos afogados tendo sido enganado nas armadilhas em forma de jarro.
Fontes: Mundo Estranho e Wikipédia Brasil.
N. rajah é a planta mais famosa com armadilhas em forma de jarro gigante, que pode crescer até 35 cm de altura e 18 cm de largura. Esta planta é capaz de beber 3,5 litros de água e 2,5 litros de líquido digestivo, tornando-se, provavelmente, o maior do gênero em volume. Outra característica morfológica do N. rajah é a penhora de folhas peltadas de lâmina e gavinha, que está presente em apenas algumas outras espécies.
A planta é capaz, ocasionalmente, prender pequenos vertebrados e até pequenos mamíferos, como ratos afogados tendo sido enganado nas armadilhas em forma de jarro.
Fontes: Mundo Estranho e Wikipédia Brasil.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Purga Rurar: Pimenta
Pimenta é o nome comum dado a várias plantas, seus frutos e condimentos deles obtidos, de sabor geralmente picante. Porém, este termo tem acepções diferentes nos vários países lusófonos.
No Brasil, o termo refere-se tanto às espécies de Capsicium como as de Piper e Pimenta. Já o termo pimento ou pimentão é utilizado para as variedades doces de Capsicum annum, também designadas como pimentas-doces. As variedades de Piper Nigrum são designadas por pimenta-do reino. O termo malagueta ou pimenta-malagueta é usado para variedades de Capsicum frutescens.
Em Portugal, o termo não é comummente aplicado às plantas do género Capsicum, para o qual se usam usualmente os termos pimento, malagueta ou piripíri (o primeiro é mais usado para as variedades mais doces de Capsicum annuum e os restantes para as variedades picantes; o termo piripíri refere-se geralmente a Capsicum frutescens). O termo "pimenta" é aplicado sobretudo para os géneros Piper e Pimenta e para condimentos obtidos a partir de Capsicum, como a pimenta-de-caiena.
Em Moçambique as variedades de Piper são chamadas pimenta-redonda; piripíri refere-se aos frutos pequenos de Capsicum frutescens, e malagueta às variedades de tamanho maior; em Angola, o termo preferido é jindungo.
Além das referidas acima, existem várias outras plantas que, embora não sejam usadas como especiarias, são também chamadas de pimentas.
Atualmente, a pimenta mais ardida que se tem notícia é a Trinidad Scorpion Butch T, desenvolvida numa empresa australiana em abril de 2011 com base em um fruto de Trinidad e Tobago. Esse tipo de “aprimoramento” em laboratórioé comum: as pimentas são fáceis de cultivar, possuem sementes abundantes e o cruzamento entre variedades selvagens cria híbridos ainda mais ardidos que os originais. A Scorpion atinge 1,1 milhão na escala Scoville, criada pelo farmacologista Wilbur Scoville para medir a pungência das pimentas. Isso significa que, para perder o sabor picante, ela precisa ser diluída 1,1 milhão de vezes em água e açúcar!
Falsa Parente:
A pimenta-do-reino não é uma pimenta. Estas são originárias das Américas, enquanto a do-reino (Piper nigrum) é típica da Índia, feita do grão de uma planta trepadeira
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-a-pimenta-mais-ardida-do-mundo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pimenta
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